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Hospital Al-Shifa: Aniquilação e Resiliência | Gaza
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2 anos atrásem
Um ano após o início do genocídio em Gaza, os sobreviventes da destruição do Hospital al-Shifa relatam a tragédia.
Mais de um ano após o ataque mais brutal de Israel a Gaza, grande parte do enclave sitiado foi destruída, incluindo muitas escolas e hospitais. No ano passado, quando a guerra estava apenas a começar, visitámos o maior e mais importante hospital de Gaza – al-Shifa – que enfrentava o colapso na sequência do cerco israelita à água e ao combustível. A eletricidade estava prestes a acabar e al-Shifa estava à beira do colapso.
Agora, mais de um ano depois, voltamos ao hospital que atendeu tantos palestinos durante tantos ataques a Gaza. O Hospital Al-Shifa é agora uma concha vazia após o último cerco. Nenhum paciente permanece na unidade. A maioria dos edifícios está amplamente danificada ou destruída e a maioria dos equipamentos está inutilizável ou reduzida a cinzas. A escala da devastação deixou a instalação completamente inoperante, reduzindo ainda mais o acesso a cuidados de saúde vitais em Gaza. Restaurar mesmo a funcionalidade mínima no curto prazo parece implausível, mas com uma reabertura parcial, não é impossível.
O departamento de emergência do hospital e os prédios das enfermarias cirúrgica e maternidade foram amplamente danificados devido a explosivos e incêndio. A parede oeste do pronto-socorro e a parede norte da unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN) foram demolidas. Pelo menos 115 leitos do que antes era o pronto-socorro foram queimados e 14 incubadoras da UTIN destruídas, entre outros bens.
Numerosas covas rasas foram cavadas fora do departamento de emergência e dos edifícios administrativos e cirúrgicos. Na mesma área, muitos corpos foram parcialmente enterrados com os membros visíveis, e um cheiro de carne em decomposição tomou conta do complexo hospitalar.
De acordo com o diretor interino do hospital, os pacientes foram mantidos em condições péssimas durante o cerco. Sofreram uma grave falta de alimentos, água, cuidados de saúde, higiene e saneamento, e foram forçados a mudar-se entre edifícios sob a mira de armas.
Este filme trará à luz a devastação do Hospital al-Shifa e o que isso significa para o sistema de saúde de Gaza.
Créditos:
Um filme de Zainab Walji
Editado por Jameel Hodzic
Filmado pela Media Town em Gaza
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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre
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32 minutos atrásem
10 de setembro de 2026Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.
A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.
Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.
Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.
A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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publicado:
09/09/2026 10h59,
última modificação:
09/09/2026 11h03
As inscrições são gratuitas e estão abertas no site do 5º Simeco.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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