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Finlândia x Inglaterra: Liga das Nações – ao vivo | Liga das Nações
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2 anos atrásem
Rob Smyth
Principais eventos
Jonathan Liew sobre a Inglaterra
Durante anos, o foco do desenvolvimento cultural de Inglaterra tem sido a forma como podemos manter estes jogadores felizes, numa época em que as recompensas e o prestígio pesam cada vez mais fortemente no futebol de clubes. Esta foi uma das grandes conquistas de Gareth Southgate e, no final, até ele parecia um pouco perdido no cosmos, tentando desesperadamente manter o circo na estrada, um elenco de estrelas, todos convencidos de que possuíam uma energia única de personagem principal.
Quando funciona, suas estrelas aparecem em momentos cruciais para arrastá-lo para uma final importante na qual você não deveria participar. Mas o problema com esse modelo é que o esforço se torna dependente das circunstâncias. Semifinal do Euro: tudo bem. Grupo B2 da Liga das Nações da UEFA em outubro: boa sorte com isso. É por isso que uma certa arrogância, um certo capricho, parece ter se infiltrado na configuração.
O pobre coitado provavelmente mal pode esperar para voltar aos sub-21.
Notícias da equipe: Carsley faz seis mudanças
Todas as mudanças no Inglaterra equipe, com Lee Carsley voltando para uma formação mais familiar de 4-2-3-1. Harry Kane, Marco Guehi, Kyle Walker, Anjo Gomes, Jack Grealish e Reitor Henderson substituir Phil Foden, Levi Colwill, Rico Lewis, Jordan Pickford, Anthony Gordon e Bukayo Saka.
Isso significa que Walker ou, mais provavelmente, Trent Alexander-Arnold começarão como lateral-esquerdo.
A Finlândia fez cinco alterações em relação à equipa que perdeu em casa com a Irlanda, na quinta-feira.
Finlândia (possível 4-3-3) Hradecky; Alho, Hoskonen, Ivanov, Uronen; Kamara, Schuller, Peltola; F Jensen, Kallman, Keskinen.
Suplentes: Joronen, Sinisalo, Galvez, Antman, Lod, Pukki, Stahl, Pikkarainen, Tenho, Nissila, Pohjanpalo, Walta.
Inglaterra (possível 4-2-3-1) Henderson; Walker, Pedras, Guehi, Alexander-Arnold; Gomes, Arroz; Palmer, Bellingham, Grealish; Kane.
Substitutos: Pickford, Pope, Lewis, Foden, Gordon, Gallagher, Colwill, Livramento, Watkins, Solanke, Madueke.
Árbitro Giorgi Kruashvili (Geórgia).
Preâmbulo
A diferença que um jogo faz. Houve muita boa vontade para com Lee Carsley após sua primeira janela como técnico interino da Inglaterra, com a BBC entre os que presumiam que o cargo era seu para perder. Toda essa boa vontade evaporou na noite de quinta-feira, quando Inglaterra foram derrotados pela Grécia depois que Carsley escolheu um XI experimental que incluía cinco atacantes e nenhum atacante.
Carsley foi elogiado por muitos antes do jogo por deixar a Inglaterra solta, e depois ridicularizado por ser uma fraude descarada. E embora seja quase totalmente injusto, a distinta carreira de treinador inglês de Carsley provavelmente será agora lembrada pela noite em que apostou na formação 4-1-5-0.
“Você quer que o público confie e ame a equipe”, disse Carsley, “porque o impacto que a seleção nacional tem sobre o público é muito inspirador. Sabemos que podemos fazer muito melhor. É preciso respeitar a opinião das pessoas e não tivemos um desempenho tão bom quanto podíamos e espero uma reação contra Finlândia.”
A Inglaterra escolherá uma equipa mais convencional na Finlândia, com Harry Kane provavelmente a regressar ao ataque, e ainda assim poderá terminar o dia na liderança do Grupo B2. Isso exigiria que a República da Irlanda vencesse na Grécia, mas, como a Inglaterra sabe muito bem, aconteceram coisas mais estranhas.
Começo 17h.
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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
23 de outubro de 2026O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.
Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.
A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.
As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

Organização
A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
22 de outubro de 2026A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.
Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.
Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.
Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.
Herbário
O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.
Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.
A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.
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