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How Bella Hadid’s facialist thinks you should look after your skin – The Irish News
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Hollywood’s go-to facialist, Joanna Czech, has star-studded clientele including Bella Hadid, Jennifer Aniston, Kim Kardashian, Christy Turlington Burns and Cate Blanchett – to name a few.
Her infamous skin ‘slapper’ technique has led to some unfortunate nicknames among her US clients; but the Polish-born skincare expert, 60, swears by this tough technique to stimulate blood flow and muscle elasticity.
“We forget to talk about the muscles when we talk about healthy skin,” says Czech. “If muscles have proper elasticity – proper levels of firmness – then your skin has a beautiful base to rest on.
“Because if your muscles lack elasticity, your skin is simply hanging because there is not good base.”
Czech notes that once she realised that treating the muscles is as important as the skin – that’s when she began to see results.

But with this in mind, a pinnacle question arises when it comes to her A-list customers – what are her thoughts on the muscle-paralysing procedure known as Botox?
“Preventative Botox?” she laughed, “Translated to preventive muscle paralysis.
“When you run and do it every three months, it’s going to change the shape of your face and the tone of your face muscles will be flattened.”
Czech explains that wherever you get Botox, this will have a chain reaction on the rest of the muscles in your face: “If one muscle does not move automatically, for example muscles surrounding the eye, then cheeks and so on will stop moving and become weaker.”

Czech advises only having the procedure every eight months at the most. “The best example of it was when I was I was 25 living in Poland, and I had my right leg in a cast for four months,” Czech explains.
“After they took the cast off, it was so skinny – like my forearm – I didn’t have any leg muscle.
“I said, ‘Oh my God, I’m loving it!’ But my 25-year-old leg looked like 80-year-old’s, because the skin was hanging on it – that’s exactly what’s happening with facial Botox.”
Czech does admit to having Botox herself, “I was 46 when I went through divorce and I thought I would do something naughty,” she grins.
“I’ve done it since then, maybe every two years,” Czech’s tone suddenly drops, “But if you start Botox, don’t do it earlier than 36 or 38 years old.
“That’s usually the age when we get our face shape, by 30 you still have your little baby fat. Don’t do any augmentations before that.”

When it comes to our skincare routine, Czech simplifies the process, “For me, everything needs to be Netflix-friendly,” she smiles, “I concentrate on skincare at night. But if you have three or five minutes [in the morning], do a little facial massage while your coffee is running.”
This carries out lymphatic drainage, decongesting your face and preparing it for the day ahead.
When it comes to evening skincare, Czech says, “The efficacy of every [product] you apply at night is increased by at least 20%.”
This is because the evening is when your skin removes lymph fluid and reverses oxidative DNA damage done during the day.
It is also when your body is at its lowest stress levels, so the oxygen circulation and skin permeability are at their optimum, allowing the nutrients in creams and serums to absorb better.
When it comes to the products, Czech states the two most vital items are cleanser and toner.
“If you wear a lot of make-up, use a balmy cleanser. If you just wear SPF, a milky cleanser will be enough.
“After cleanser, always use toner,” says Czech, “Toner controls pH, which is incredibly important as it controls inflammation.
“And under inflammation is everything – breakouts, dehydration, redness, acne, bumpiness, hyperpigmentation.
“The proper pH of human skin is [around] 5.5 to 5.9. What we eat, what we drink, what we’re exposed to – changes of the temperature – dilutes that pH, and it could get too close to alkaline level.”
Czech recommends a toner with a pH-level between 4.8 and 5, just right below ideal, to help balance the skin’s natural pH.

In tandem with products, Czech stresses the importance of using massage and microcurrents – a treatment involving small electrical signals emitted from a special handheld device – to care for your muscles as much as your skin.
She recommends cold laser – a form of low-level light therapy – such as the one pioneered by LYMA, with whom Czech’s collaborated. “[Cold laser] is not just treating skin, it’s penetrating through the fat, getting into the muscle and the bone.”
LYMA’s founder Lucy Goff stated, “We are absolutely thrilled to welcome Joanna Czech for a week-long residency at LYMA HQ. Her unparalleled expertise in skin health and beauty aligns perfectly with our mission of redefining wellness.”
Clients across the board swear by Czech’s use of cold lasers and slapping skincare, “I love working with Kate Winslet, Anna Wintour and Jennifer Aniston,” Czech smiles, “They’re fantastic humans and so pleasant to be in the same room with.”
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.
São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”
A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.
A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.
No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.
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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre
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9 de março de 2026O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.
O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.
Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.
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