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Howard Buten, também conhecido como palhaço Buffo, autor de “Quando eu tinha cinco anos, me matei”, morreu

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Howard Buten, também conhecido como palhaço Buffo, em apresentação no teatro Ranelagh em Paris, 24 de setembro de 1991.

O palhaço Howard Buten, conhecido por seu personagem “Buffo”, morreu sexta-feira, 3 de janeiro, aos 74 anos, informou neste sábado seu parceiro e tradutor à Agência France-Presse (AFP). Foi autor de dez livros, incluindo Quando eu tinha cinco anos eu me mateium best-seller.

Nascido em Detroit (Michigan) em 1950, o artista americano, que sofria do mal de Alzheimer, faleceu “pacificamente durante o sono” em Plomodiern (Finistère), onde morava, disse à AFP Jacqueline Huet, que traduziu alguns de seus livros.

Com seu rosto branco, nariz vermelho, luvas e longos sapatos pretos, o palhaço Buffo era reconhecível entre milhares. Sob esse disfarce, Howard Buten sempre provocava a mesma emoção e risos no público, com esquetes silenciosos, pequenos truques de dança, gestos desajeitados e expressões desnorteadas.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes Howard Buten, psicólogo acrobata

Um artista que se tornou doutor em psicologia clínica

Foi no seu país que se formou esta personagem lunar, que também foi bailarina, cantora e musicista, num número de music hall que se foi alongando ao longo do tempo. Na década de 1970 já contava com mil apresentações. Buffo levava consigo seus instrumentos musicais (violino, piano, trompete), sua vingativa galinha de plástico, seus recalcitrantes utensílios domésticos. Ele foi até ventríloquo por um tempo.

Howard Buten, de uma família lituana que emigrou para os Estados Unidos, estabeleceu-se em França em 1981, após o lançamento do seu primeiro livro, Burt em inglês, publicado em francês sob o título Quando eu tinha cinco anos eu me matei. O artista foi muito mais do que isso: em 1986 tornou-se doutor em psicologia clínica e dedicou-se às crianças autistas em Saint-Denis (Seine-Saint-Denis) no Centro Adam Shelton que criou em 1996. Entre as suas outras obras, alguns também abordam esse assunto, como Tem alguém aí: autismo ou Essas crianças que não vêm de outro planeta: pessoas autistas. Sua autobiografia Engraçado é seu último livro publicado em 2005.

Em 1998, ele ganhou o prêmio Molière de melhor show solo por uma performance com a violoncelista Claire Oppert. Foi feito Cavaleiro das Artes e Letras em 1991. Seu companheiro relatou que“uma homenagem será prestada a ele mais tarde em Paris”.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O Jogo Emocional de Buffo, o Palhaço Branco de Howard Buten

O mundo com AFP

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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