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Hugo Gaston e Arthur Fils cuidam de suas inscrições, Diane Parry eliminada
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Para o 113e edição, o Aberto da Austrália abriu sob um céu caprichoso, domingo, 12 de janeiro, com a chuva interrompendo as primeiras partidas no Melbourne Park. Um grande símbolo quando sabemos que o período não é bom para o ténis mundial, tendo como pano de fundo os casos de doping que afectam dois dos seus protagonistas: o polaco Iga Swiatek (número 2 do mundo), suspenso por um mês em novembro de 2024 e o italiano Jannik Sinner (nº 1 do mundo, titulado no ano passado no torneio), ainda sujeito a possíveis sanções.
Enquanto aguardam a entrada na competição, marcada para terça-feira, os seus companheiros já pisaram em quadra, com poucas surpresas, mas ainda assim as primeiras vitórias francesas. Arthur Fils (número 20) se classificou para o segundo turno, derrubando o finlandês Otto Virtanen em quatro sets (3-6, 7-6 (7-4), 6-4, 6-4), imitado um pouco mais tarde por Hugo Gaston, derrotador do local Omar Jasika no final de um duelo interrompido pelo mau tempo por quase sete horas (6-2, 3-6, 6-2, 6-2).
O restante do contingente francês ainda ocupa o campo, com destaque para o número 14 Ugo Humbert, em oposição ao italiano Matteo Gigante, ou ainda Lucas Pouille, que tem dificuldade para enfrentar o alemão Alexander Zverev (cabeça cabeça número 2), por o duelo principal desta jornada de abertura.
Os favoritos estão indo bem
O destino foi menos gentil com Diane Parry, que perdeu no domingo sem solução para a croata Donna Vekic (4-6, 4-6), cabeça de chave número 18. Para o resto da tabela feminina, nenhum choque foi registrado até agora , apesar de uma primeira rodada às vezes complicada. A dupla vencedora do Aberto da Austrália (2023, 2024) e número 1 do mundo, a bielorrussa Aryna Sabalenka, perdeu para a americana Sloane Stephens (6-3, 6-2). Seguido pelo finalista da edição anterior e atual campeão olímpico, o chinês Zheng Qinwen (5º colocado), por um tempo empatado pelo romeno Anca Todoni (7-6 (7-3), 6-1).
Altamente aguardada após sua incrível temporada de 2024, a russa Mirra Andreeva (17 anos, seed nó 14) também estreou contra a tcheca Maria Bouzkova (6-3, 6-3).
Aberto da Austrália: os adversários e resultados dos franceses na primeira rodada
O sorteio do Aberto da Austrália, primeiro torneio do Grand Slam do ano, aconteceu na quinta-feira, 9 de janeiro. Aqui estão os adversários dos franceses na disputa e os primeiros resultados.
Homens
Domingo, 12 de janeiro
- Hugo Gastón (81e) – Omar Jasika (Austrália/180e) : 6-2, 3-6, 6-2, 6-2.
- Otto Virtanen (Finlândia/92e) – Arthur Filho (n° 20) : 3-6, 7-6 (7-4), 6-4, 6-4.
- Adam Walton (Austrália/91e) – Quentin Halys (71e)
- Ugo Humbert (n° 14) – Matteo Gigante (Itália/n° 146)
- Lucas Pouille (104e) – Alexander Zverev (Alemanha/n° 2)
Segunda-feira, 13 de janeiro
- Arthur Rinderknech (60e) – Frances Tiafoe (Estados Unidos/n° 17)
- Alexandre Müller (56e) – Nuno Borges (Portugal/36e)
- Sebastian Baez (Argentina/n° 28) – Arthur Cazaux (80)e)
- Benjamim Bonzi (70e) – David Goffin (Bélgica/n° 53)
Terça-feira, 14 de janeiro
- Adriano Mannarino (73e) – Karen Khachanov (Rússia/semeada nº 19)
- Gael Monfils (52e) – Giovanni Mpetshi-Perricard (n° 30)
- Alexei Popyrin (Austrália/n° 25) – Corentin Moutet (69e)
Senhoras
Domingo, 12 de janeiro
- Diane Parry (66e) – Donna Vekic (Croácia/n° 18): 4-6, 4-6.
- Cristina Bucsa (Espanha/21e) -Chloé Paquet (123e): 2-6, 3-6.
Segunda-feira, 13 de janeiro
- Léolia Jeanjean (149e) – Jodie Burrage (Reino Unido/173e)
- Naomi Osaka (Japão/50e) -Caroline Garcia (58e)
Terça-feira, 14 de janeiro
- Varvara Gracheva (69e) – Catherine McNally (Estados Unidos/540e)
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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