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I came face-to-face with the Nike-wearing saint

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It came from Brazil, where a priest in Campo Grande, Father Marcelo Tenório, had first learned of Acutis in 2010 and established a shrine to him, including a relic – a piece of his clothing – given to Tenório by Carlo’s mother on a visit to Assisi. Each year, on 12 October, the anniversary of Acutis’s death and the feast day of Our Lady of Aparecida (the patron saint of Brazil), Tenório would conduct a special service displaying the relic for people to pray for Acutis’s intercession for whatever healing they might need.

A member of the congregation, Luciana Vianna, had a four-year-old son, Matheus, suffering from a serious condition called annular pancreas. Unable to eat properly or hold down food, he was living on vitamin and protein drinks and weighed only 20lb, making him too weak for surgery. Doctors told Vianna her son would die before he was five. 

On 12 October, 2013, Vianna took Matheus to the church. In an interview with the Catholic publication America, she would later recount how he was carried to the shrine, leaned forward to kiss the reliquary containing the piece of clothing and – in a moment witnessed by many other people – said out loud, “Stop vomiting.”

According to his mother, Matheus was unusually joyful – and hungry – following the service, and on returning home ate beef and French fries without becoming sick. 

“It was the first time in his entire life that this happened. He had been vomiting after eating since he was born; he even rejected breast milk,” she said. “Since that day, I knew he was cured because of Carlo. The change was too drastic and too sudden.”

Subsequent medical tests showed his condition had been cured. “One doctor said that he then had a textbook pancreas, an organ that is so perfect that it looks unreal.”

In an interview with a Brazilian television station in 2020, Dr Rosângela Maria Pereira Salgado, who had been Matheus’s paediatrician since his birth, said his healing could not be explained. “He could only be cured through surgery. The previous exam [before the miracle] showed the malformation. The following one [after the miracle] didn’t show the malformation any more. Science doesn’t explain that.” 

After Matheus’s health records had been validated by local doctors, they were passed to the Dicastery for the Causes of Saints to be evaluated by what the Vatican stipulates to be “highly specialised medical experts”. In November 2019, the healing through the intercession of Carlo Acutis was formally confirmed by the Vatican. 

“A secularist would say it’s just random luck this boy was healed,” says John Allen. “But from a Catholic point of view, if you have somebody who went to church, prayed to this figure to intercede before God that their son can be healed, and medical doctors sign off saying there is no medical explanation, then from a faith point of view that is going to be attributed to the saint’s intercession.”

(What cannot be known, of course, is how many people have prayed to Carlo Acutis for healings that have never come, or may have come but have never been attributed to him. The imponderables are countless.)

In October 2020 Acutis was duly beatified at a ceremony in Assisi, and officially declared as “blessed”. Thousands of people processed past the tomb and a live-stream posted on social media spread it around the world. 

As Courtney Mares puts it, “That’s when he really went viral.”  

Canonisation does not always immediately follow beatification. In some cases it can take centuries. The Argentinian laywoman María Antonia de San José de Paz y Figueroa, known as “Mama Antula”, who was canonised in February of this year, died in 1799. “Most saints,” Figueiredo says, “wait hundreds of years to get on to the ticket.” In many cases, canonisation doesn’t happen at all. 

But the second miracle necessary for Carlo Acutis to complete the path to sainthood followed with uncommon alacrity. 

On 2 July, 2022, a 21-year-old woman from Costa Rica called Valeria Valverde, who was studying fashion in Florence, was involved in a bicycle accident, seriously injuring her head. According to the Dicastery for the Causes of Saints, following an emergency craniotomy to reduce intracranial pressure, her family was told that her situation was critical and that she could die at any moment.

Valverde’s mother went to Assisi to pray for her daughter at the tomb of Carlo Acutis. That day, she began to breathe independently; the next day she regained the use of her upper limbs. She was discharged from intensive care 10 days later, and further tests showed that the haemorrhagic right temporal cortical contusion in her brain had vanished.

Two months to the day after her accident, she and her mother went on a pilgrimage to Acutis’s tomb, to celebrate her complete healing.

In a decree on 23 May, 2024, Pope Francis approved the healing as a miracle. 

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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