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IA: Perplexity se diz surpresa com processos de jornais – 27/10/2024 – Tec

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O diretor da empresa de inteligência artificial (IA) Perplexity AI, Aravind Srinivas, afirmou nesta quarta-feira (23) que espera colaborar com os veículos de comunicação que acusaram a empresa de se aproveitar do seu trabalho.

Srinivas foi entrevistado durante uma conferência de tecnologia do Wall Street Journal realizada na Califórnia, nos EUA, dias após o jornal e o New York Post processarem a Perplexity por violação de direitos autorais e marcas registradas.

“Certamente ficamos muito surpresos com o processo, porque, na verdade, queríamos uma conversa”, disse o executivo. “Estou aqui para deixar bem claro que adoraria ter um contrato comercial.”

A Perplexity é uma das startups mais promissoras do Vale do Silício. Seu motor de busca baseado em inteligência artificial é citado como possível rival do Google.

As duas publicações que pertencem à News Corp, do bilionário Rupert Murdoch, entraram com ação judicial em Nova York, acusando a empresa de tecnologia de um “esquema descarado” para se apropriar de seu jornalismo para usar no mecanismo de busca impulsionado por IA.

No processo, os jornais informam que a Perplexity está “envolvida em uma quantidade massiva de cópias ilegais” de seu trabalho, “desviando clientes e receitas críticas” das publicações, “aproveitando-se do valioso conteúdo que elas produzem.”

Srinivas afirmou que buscará as empresas atrás de um acerto. “Prefiro encontrar um modelo no qual possamos crescer juntos, em que o nosso sucesso financeiro nos recompense”, disse o diretor ao Wall Street Journal.

Na entrevista, o executivo criticou diretamente o modelo adotado pelo Google de direcionar o tráfego para sites e, nesse processo, ganhar dinheiro com anúncios ou resultados patrocinados. Sua ideia é que a IA da Perplexity responda às consultas e divida a receita de publicidade com as fontes citadas por seu motor de busca: “Vamos compartilhar essa receita com os autores dos conteúdos de uma forma inspirada no Spotify.”

A Perplexity.ai é uma plataforma que responde a perguntas conhecida por sua interface minimalista e interativa. Diferentemente do ChatGPT e do Claude, a ferramenta da Perplexity oferece soluções atualizadas, que costumam incluir links para as fontes, o que permite ao usuário checar a informação.

Ao contrário de um motor de busca clássico, a Perplexity oferece respostas diretamente em sua página, eliminando a necessidade de clicar no site de origem.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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