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Idaf participa do Fórum Estadual de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos do Ministério Público do Acre

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Fabiana Matos

O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF) marcou presença na 1° Assembleia Geral do Fórum Estadual de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos, promovido pelo Ministério Público do Acre (MPAC). O evento reuniu especialistas, autoridades e representantes de diversas instituições para discutir os impactos de agrotóxicos e transgênicos na saúde humana, no meio ambiente e na agricultura.

A ação faz parte da implementação de uma política nacional de atuação do Ministério Público, com o objetivo de promover, junto à sociedade, um debate sobre o uso indiscriminado de agrotóxicos e transgênicos. O encontro abordou soluções para a promoção de práticas agrícolas sustentáveis, visando mitigar os danos causados por esses produtos e garantir um futuro mais seguro e saudável para todos.

Fórum abordou estratégias para minimizar os riscos associados ao uso desses produtos e promover a sustentabilidade no setor agrícola. Foto: Diego Negreiros/MP

Para o procurador-geral de Justiça do MPAC, Danilo Lovisaro, o Fórum é, sem dúvida, uma grande iniciativa, ainda mais por abordar uma temática transversal que envolve questões de saúde pública e meio ambiente.

“Desde a sua criação, em 2017, o Fórum Acreano, vinculado ao Fórum Nacional, tem se consolidado como um espaço fundamental para a troca de experiências e para a construção de políticas públicas voltadas à mitigação dos impactos do uso inadequado de agrotóxicos. Sua atuação tem se fortalecido por meio de estratégias de controle e fiscalização, garantindo uma abordagem integrada na proteção do meio ambiente e da saúde pública. Entendemos que os impactos do uso inadequado de agrotóxicos vão além dos danos ambientais, afetando diretamente a saúde dos trabalhadores rurais, que estão na linha de frente e em contato constante com essas substâncias”.

O coordenador adjunto do Fórum, procurador da República Luidgi Merlo, também ressaltou a importância da mobilização para retomar as discussões sobre o uso de agrotóxicos no Acre. “É necessário esses debates, até mesmo para cobrar as entidades responsáveis, pois entendemos que o Acre compõe uma fronteira agrícola importante na Amazônia, que está cada vez mais sujeito a esse tipo de substância nociva à saúde humana”.

“O Fórum é uma grande iniciativa. É uma temática transversal”, explica Danilo Lovisaro,procurador-geral de Justiça do MP/AC. Diego Negreiros/MP

Durante o evento, o Coordenador de Fiscalização de Agrotóxicos e Afins do IDAF, Marcelo Machado, apresentou os resultados do trabalho da fiscalização de agrotóxicos e outras iniciativas que otimizam o controle e o monitoramento do uso de agrotóxicos no Estado.

“Hoje, tivemos a primeira assembleia do Fórum Estadual, um evento de grande importância para a fiscalização de produtos agrotóxicos no Estado, área de competência do Idaf. O encontro foi uma oportunidade para compartilhar experiências e mostrar um pouco do que vem sendo desenvolvido pelo órgão. O Fórum será essencial para fortalecer a rede de proteção à saúde pública e ao meio ambiente, discutindo os desafios e soluções para mitigar os impactos do uso indiscriminado de agrotóxicos e transgênicos”.

A participação do Idaf no fórum reafirma o compromisso do órgão com a implementação de fiscalização. Foto: Diego Negreiros/MP

Para o coordenador do Fórum e promotor de Justiça, Luis Henrique Rolim, a realização deste evento é um momento histórico para o Acre. “Nós conseguimos fazer nossa primeira reunião de 2025, estamos dando um pontapé efetivo e trabalhando para acelerar esse processo, porque em outros estados os fóruns têm se destacado com ações para fortalecer a fiscalização, regulamentação e promovendo práticas agrícolas sustentáveis.” ressaltou.

A participação do Idaf no fórum reafirma o compromisso do órgão com a implementação de políticas eficazes de fiscalização e regulamentação, visando garantir um ambiente mais seguro para os trabalhadores rurais, consumidores e a sociedade como um todo.

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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