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Idosa de 95 anos faz aulas de zumba 3 vezes por semana; saúde impressionante

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As festas sem álcool são a nova moda na cidade do México. Atraem uma multidão de pessoas que amam dançar. - Foto: Reprodução/Chicago Tribune

Aos 95 anos, dona Mary é do tipo que causa inveja a qualquer jovenzinha pela vivacidade e disposição. A idosa, moradora de Londres, faz aulas de zumba três vezes por semana e tem uma saúde impressionante. A jamaicana, naturalizada inglesa, é a alegria da turma, também pudera.

Mãe de quatro filhos, avó de quatro netos e bisavó de cinco, Mary Marson atribuiu a longevidade e lucidez ao estilo de vida, à alimentação e à genética. Ela adora se exercitar, nunca deixou de praticar atividades esportivas, come basicamente alimentos orgânicos e disse que os antepassados viveram muito.

“Eu adoro a música, ela realmente me motiva. Eu era muito esportiva quando criança e sempre era escolhida para os times de beisebol e rounders, gostasse ou não. Simplesmente não consigo sentir-me ‘velha’”, afirmou Mary.

Vida com leveza

Para a bisavó, a vida tem de ser conduzida com leveza, alegria e muita animação. Segundo ela, o comodismo e as queixas adoecem.

A sugestão dela para os idosos é uma só: movimentem-se, deixem de lado a preguiça.

“As pessoas podem achar que não conseguem fazer as coisas. Eu diria para participarem, provavelmente se tornarão uma inspiração para os mais jovens. Eles não vão se arrepender”, disse.

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Grande família da dança

A instrutora de fitness da equipe do Wavelengths, Topaz White, elogiou muito a disposição da Mary.

“Mary  é nossa inspiração”, definiu a instrutora ao MSN.

Em seguida, a professora acrescentou: “A participação contínua dela em nossas aulas nos mostra que o exercício é a chave para a longevidade”.

Quero chegar aos 95 assim!

A idosa está em todas, jamais falta às aulas de zumba e tem uma saúde invejável, sem contar a disposição e o bom humor. Incrível. Foto: MSN A idosa está em todas, jamais falta às aulas de zumba e tem uma saúde invejável, sem contar a disposição e o bom humor. Incrível. Foto: MSN



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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