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Idosa ferida durante desabamento de parada de ônibus no AC consegue indenização de R$ 10 mil na Justiça
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4 anos atrásem
Uma idosa de 70 anos ganhou na Justiça uma indenização de R$ 10 mil por danos morais após ter ficado ferida quando foi atingida por uma parada de ônibus da cidade de Porto Acre, no interior, que desabou em cima dela. O desabamento ocorreu em fevereiro de 2017.
Na época, a vítima, que é agricultora, foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o pronto-socorro de Rio Branco. A mulher foi atingida por pedaços de telhas, teve uma fratura no ombro direito e também ficou com um nódulo nas nádegas após ter sido ferida pela estrutura de madeira.
A idosa aguardava o transporte público quando ocorreu o desabamento. Segundo a defesa dela, a mulher não consegue mais trabalhar por conta de lesões que ficou do acidente.
Ela entrou na Justiça pedindo uma indenização de R$ 50 mil alegando que o acidente a impossibilitou de trabalhar, de fazer as tarefas domésticas e até de cuidar dela mesma. Em 2020, a Justiça concedeu a indenização.
Após o recurso da defesa do município, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre manteve a responsabilização da gestão, mas baixou o valor da indenização.
O advogado João Paulo Aragão, que representa a municipalidade, disse que não pretende recorrer novamente da decisão. “Entendo que é razoável [valor da indenização] porque ela realmente teve o acidente. O município em si não tem necessidade de argumentar mais. O que pode acontecer, se porventura, a outra parte achar que está errado o valor, é recorrer”, explicou.
Recurso
A advogada da idosa, Tatiana Karla Almeida, falou que vai recorrer da sentença por achar irrisório o valor da indenização. De acordo com ela, a idosa vivia da renda das vendas de frutas e verduras que plantava em sua propriedade na zona rural, onde mora.
“A única coisa que tem na vida, assim como o pessoal do interior, só tem uma terrinha para viver, não tem muita coisa. É uma senhora muito humilde, tem uma chácara e planta algumas coisinhas e vendia na feira. Pedi perícia, o juiz indeferiu, pedi a nulidade da sentença e o Tribunal manteve”, lamentou.
Ainda segundo Tatiana, nem as próprias roupas a idosa consegue lavar após o acidente. Ela conta com a ajuda de uma vizinha, que testemunhou em seu favor no tribunal, para fazer algumas tarefas domésticas.
“Ela tem o marido, que também é idoso e não ajuda em muita coisa. Até levei a vizinha de testemunha, que lava a roupa dela. Ela ficou com tipo um caroço, fez uma cirurgia para remoção, até pedi uma tutela urgência para o juiz fazer essa cirurgia, mas o juiz não deferiu”, concluiu.
Com informações de G1Acre
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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