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Idoso com Alzheimer se lembra de cãozinho, velho companheiro e emociona redes; vídeo

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Rinaldo de Oliveira fundou o Só Notícia Boa e transformou o jornalismo no Brasil. - Foto: arquivo pessoal

“Algumas memórias podem se apagar, mas o amor verdadeiro permanece”. Foi assim que uma filha descreveu a cena do seu pai, um idoso que tem Alzheimer, lembrando do cãozinho dele depois de muito tempo! Eles não se viam havia meses.

A gravação foi feita por Andréa Fonseca, de Canoas (RS), que compartilhou o vídeo no TikTok e emocionou milhares de pessoas. A cena comovente mostra o senhor, que não teve o nome identificado, chamando pelo cachorrinho.

“Cadê o Campeiro? Cadê o Campeiro, velho?”. Enquanto isso, o bichinho abana o rabo e pula de alegria. Ele também estava com muita saudade do velho amigo. “O brilho no olhar, o carinho espontâneo, a conexão que palavras não explicam… Nem o tempo, nem a doença conseguem levar o que o coração sente”, disse Andréa.

Reencontro emocionante

O pai de Andréa vive em uma clínica na região e sempre que pode, a filha o leva para passear.

O idoso, apaixonado por cães, não esconde a felicidade ao reencontrar o amigo de quatro patas.

Mesmo com a progressão da doença, ele se lembra direitinho e mostra que o carinho nunca vai deixar de existir. Assim que desce do carro, o vovó vai direto para ver Campeiro. “Esse é meu velho Campeiro”, comemora o idoso.

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Repercussão nas redes

A publicação de Andréa viralizou rapidamente e gerou uma onda de emoção.

“Coisa linda, mesmo com Alzheimer dá pra ver o sentimento dele pelo doguinho”, disse um.

Outro destacou a emoção que sentiu ao ver o vídeo.

“Chorei de emoção! Parabéns moça pelo cuidado com seus pais, espero ser pelo menos a metade disso para os meus véios.”

Já um terceiro disse a importância dos bichinhos.

“Os animais são extremamente necessários em nossas vidas.”

Memórias afetivas

Embora o Alzheimer cause a perda gradual da memória, cientistas já provaram que as memórias afetivas são preservadas por mais tempo, inexplicavelmente.

Segundo o site Cora Senior, a memória afetiva é a última a desaparecer no caso de uma doença neurodegenerativa.

A relação com o animal de estimação, por exemplo, é um grande despertador do afeto e pode ajudar em casos como o do vovô deste vídeo.

Olha que amizade mais fofa entre o idoso e Campeiro!



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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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