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Idoso mais velho do Brasil tem de 118 anos, faz aulas de pilates e pula carnaval; INSS que lute

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Dona Edna vende bolo na rua para conseguir comer. Ela vive em uma casa que pode cair a qualquer momento - Foto: arquivo pessoal

O seu Levino, de 118 anos, é o idoso mais velho do Brasil é de Minas Geraios. O título já foi pedido ao Guinness Book. Ele é muito ativo, apesar da idade. – Foto: Arquivo pessoal

Aos 118 anos, recém-completados, esse idoso é o mais velho do Brasil, apesar de ainda não ter entrado oficialmente para o Guinness Book, o livro dos recordes. Já chamado de o terror do INSS, ele pula carnaval, faz pilates e canta no coral. Conheça a vitalidade do seu Levino da Costa de Jesus!

Morador da Instituição Cidade Ozanan, em Pará de Minas, Minas Gerais, Levino tem ainda muita lenha para queimar. Além de integrar o coral da casa, ele não perde um carnaval, seja nas ruas da cidade ou dentro da instituição.

Nascido em 6 de maio de 1907, no distrito de Ascensão, zona rural da cidade, o idoso é um dos brasileiros mais longevos de que se tem notícia. Apesar de usar cadeira de rodas, ele se alimenta sozinho, toma poucos remédios e mantém os sinais vitais sob controle.

Comemoração aos 118

Na última terça-feira, ele ganhou uma festa com bolo, música ao vivo e muitos parabéns.

O idoso se divertiu e mostrou que ainda tem disposição de sobra.

Com saúde, fé e uma boa dose de bom humor, Levino celebra cada novo dia como um presente.

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Um século de história

Levino viu o Brasil passar por duas guerras mundiais, sete Constituições e 39 presidentes da República.

Reservado, ele não se casou e não teve filhos, mas é visitado com frequência por um sobrinho que vive em Belo Horizonte.

“É uma pessoa pacífica, religiosa e muito agradecida com a vida. Ele inspira a todos ao nosso redor”, afirmou Marisa Melo, da Cidade Ozanan, em entrevista ao O Tempo.

Rotina cheia

E apesar da idade, o idoso continua surpreendendo.

Semanalmente, ele participa de aulas de pilates e faz questão de estar presente em todas as atividades culturais da instituição.

Levino também adora cantar no coral, acompanha as celebrações religiosas e não perde uma festa.

“Ele participa do coral da instituição. Gosta de participar também das aulas de pilates e de outras oficinas e festividades. Quando é Carnaval de rua, ele vai com a gente. Ele também participa do carnaval dentro da instituição. Ele também gosta de participar de celebrações litúrgicas”, acrescentou Marisa.

Mais velho do mundo?

Atualmente, o homem mais velho do mundo é o cearense João Martinho Neto, de 112 anos.

No entanto, o jornal mineiro O Tempo entrou em contato com o Guinness para verificar a possibilidade de reconhecimento de Levino.

Enquanto o título não vem, ele segue aproveitando a vida com muita alegria e simplicidade.

Levino, o idoso mais velho do Brasil, se alimenta sozinho e está em perfeita saúde. Que exemplo! - Foto: Arquivo pessoal

Levino, o idoso mais velho do Brasil, se alimenta sozinho e está em perfeita saúde. Que exemplo! – Foto: Arquivo pessoal



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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