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Ilha do Mel tem praias para todos os gostos – 25/12/2024 – Turismo
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2 anos atrásem
Murilo Bomfim
O Paraná parece ter levado a sério a máxima de que nos menores frascos estão os melhores perfumes. Com o segundo menor litoral do Brasil, perdendo apenas para o Piauí (66 km), os 98 km da costa paranaense guardam uma preciosidade: a Ilha do Mel. As diversas praias, o acesso facilitado e a não-circulação de veículos fazem do local, parte do município de Paranaguá, um refúgio sem igual na região.
A ilha é marcada pela variedade, a começar pelas teorias que tentam explicar seu nome. O local já foi conhecido como Ilha do Almirante Mehl, uma referência a um militar que frequentava o local e que, curiosamente, se dedicava à apicultura. Em uma versão mais decolonial, a apicultura é tida como atividade antiga na ilha, atribuída aos indígenas carijós.
Há, ainda, quem diga que a água salgada, quando em contato com os rios de lá, ganha cor dourada, próxima à do mel. Seja qual for a história verdadeira, o que realmente importa por lá são as praias. Esse, aliás, é outro ponto em que a ilha mostra a sua diversidade: são mais de 30 opções com estilos diferentes, variando de acordo com a geografia local.
Basicamente, a Ilha do Mel pode ser dividida de duas formas. Considerando a direção leste-oeste, a parte oeste é a porção interna. Fica de frente para o continente e tem praias formadas pelas águas da baía de Paranaguá. É por lá que se chega, desembarcando nos vilarejos de Encantadas ou Nova Brasília, onde se concentra a maior parte das pousadas, restaurantes e outros serviços.
Por serem banhadas pela baía, as praias desse lado costumam ter mar menos agitado, sendo ideais para quem viaja com crianças. É o caso da própria praia de Encantadas —a mais movimentada da ilha. De lá, uma trilha curta, de cerca de 15 minutos, leva à bela gruta de Encantadas, um dos pontos turísticos do local. A dica é ir cedo, enquanto a maré está baixa: assim dá para entrar mais profundamente na gruta e observar os detalhes da formação.
O lado oeste é a porção externa, com praias banhadas pelo Atlântico e que, por isso, têm águas mais agitadas. Por lá, ficam duas das praias preferidas pelos turistas. Para os entusiastas do surfe, a pedida é a praia de Fora. Quem quer sossego costuma optar pela praia do Farol: ampla, com boa faixa de areia e sem tantas ondas, é boa para nadar, correr, caminhar e, principalmente, descansar. Esse lado da ilha, no entanto, tem menos estrutura, então é indicado levar alimentos e bebidas para consumir ao longo do dia.
A outra forma de dividir a ilha é pela direção norte-sul. O mapa de Ilha do Mel lembra uma ampulheta: com as porções norte e sul conectadas por um istmo.
O sul é menor, mais habitado e concentra as praias citadas até aqui. O norte, pelo contrário, é maior, tem regiões menos habitadas e praias mais afastadas.
É lá que se encontra a Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres, um dos principais pontos turísticos da ilha. Construída no século 18, a edificação protegia a vila de Paranaguá e foi usada em eventos históricos importantes, como a Guerra dos Farrapos. Tombada em 1938, tem visitação aberta aos turistas, que podem acessá-la de bicicleta, pela praia, por trilha ou por meio de passeios de barco. No local, um mirante rende uma bela vista. E, é claro, uma visita à praia da Fortaleza.
O istmo (chamado de passa-passa pelos locais) é um charme à parte. Fica pertinho do trapiche de Nova Brasília, bastante acessível a quem desembarca por lá. Menos de 100 metros separam duas orlas, que ficam frente a frente: de um lado, a baía de Paranaguá, do outro, o Atlântico.
O local também é passagem para diversas atrações da ilha, podendo ser facilmente conciliado com outros passeios. Como não há carros na ilha, os deslocamentos devem ser feitos por caminhadas, de bicicleta (disponíveis para locação) ou de barco. A variedade da ilha também se estende às possibilidades de acesso. Os aeroportos mais próximos do local são os de Curitiba (85 km) e Joinville (130 km). Partindo dessas cidades, é preciso chegar a Paranaguá ou a Pontal do Sul —os dois municípios com terminal de embarque para ilha.
A travessia de Pontal do Sul é mais rápida (leva cerca de 30 minutos) e tem mais opções de horários ao longo do dia. A viagem a partir de Paranaguá leva quase duas horas e tem apenas uma saída por dia, mas o caminho tem muito mais bossa: no trajeto, navega-se pelo rio Itiberê passando por outras ilhas da região, até a chegada à baía de Paranaguá, de onde já se avista o destino final.
Além disso, para quem sai de Curitiba, embarcar em Paranaguá pode adicionar mais um passeio à viagem. Isso porque é possível fazer um passeio de trem da capital paranaense até a cidade de Morretes, observando as paisagens da serra do Mar. E, uma vez em Morretes, basta pegar um ônibus ou mesmo um carro de aplicativo para chegar a Paranaguá.
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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.
Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.
Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.
Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.
A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.
A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.
Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”
Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.
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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre
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12 de agosto de 2026A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.
A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.
O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.
O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.
O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.
“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Brinquedoteca da Ufac oferece atividades lúdico-pedagógicas — Universidade Federal do Acre
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10 de agosto de 2026A Brinquedoteca da Ufac, inaugurada em 11 de fevereiro de 2016, localizada no Bloco Multidisciplinar, campus-sede, funciona como um Laboratório Pedagógico de Ensino, Pesquisa e Extensão para os cursos de licenciatura da instituição, tendo o jogo e as brincadeiras como elementos centrais do desenvolvimento infantil.
Atendendo crianças de 3 a 10 anos, o espaço contempla as comunidades interna e externa. O horário de funcionamento regular é de segunda a sexta-feira, no turno vespertino, das 13h30 às 17h30. No período matutino, o funcionamento depende da programação, que é divulgada previamente.
Entre as atividades desenvolvidas, estão: desenho e pintura (com tinta, lápis de cor e giz de cera); jogos teatrais e de tabuleiro; dança e confecção de brinquedos; contação de histórias e sessões de cinema com pipoca. Durante os eventos, o uso de smartphones é proibido.
Desde 2025, o espaço conta com o projeto de extensão Brincarte, coordenado pela professora Giane Lucélia Grotti, visando desenvolver, no Laboratório da Brinquedoteca, um ambiente de interação e socialização, estimulando habilidades sociais e culturais por meio de atividades lúdicas, e contribuir para o desenvolvimento integral da criança.
O campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, também conta com uma brinquedoteca, inaugurada em 2025 e coordenada pela professora Adma de Oliveira Martins, com funcionamento de manhã e à tarde, atendendo crianças de 4 a 11 anos.
Confira mais informações sobre a Brinquedoteca da Ufac
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