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Imagine esta resenha – a estrela de Bridgerton não pode salvar Tinny Romcom | Filme

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Imagine esta resenha - a estrela de Bridgerton não pode salvar Tinny Romcom | Filme

Adrian Horton

EU Geralmente, tenho cuidado com os originais da plataforma de streaming, muitas vezes eles se sentem como a moda rápida do mundo do cinema: barato, descartável, perseguindo interesses efêmeros e quebradiço com uso repetido. Mas darei a Netflix, Amazon e CO adereços para isso: por quase uma década agora, eles tentaram preencher um vazio deixado pelas bilheterias teatrais, cujo mercado escavado raramente suporta os filmes adultos de médio orçamento-particularmente os thrillers eróticos-que rotineiramente divertiram as audiências em dores passados. Só ocasionalmente eles conseguem, como no caso da Netflix’s Vingem ou Jogadoresmas a missão permanece vale a pena.

Imagine isso, um novo romcom de Amazon Prime Videotem elementos promissores sugerindo que pode ser uma das melhores entradas. Ou seja: a presença de Simone Ashley, a sempre luminosa estrela da confecção da Netflix que é Bridgerton; Herói Fiennes Tiffin, sobrinho de Ralph e Joseph e talvez mais conhecido por seu papel no Tumblr Smutty após a trilogia; and the ever-relevant plot of becoming an unsolicited charity case as a single woman at the ripe age of 30. But though the two leads are capably charming – or, in the case of Tiffin, baseline attractive as a nice hometown guy not given much to do – the movie still has the imprint of a tech company’s content assembly line: cheaply made, over-lit, bumpily paced, ludicrously dialed-up characters without much comic payoff.

O filme, dirigido por Prarthana Mohan, é uma adaptação das datas de cinco cegas do filme australiano, produzidas e distribuídas pela Amazon no ano passado. O roteirista Nikita Lalwani transpõe os hijinks de uma leitura de palmeira fortuita/restritiva para Hackney, filmada como se fosse um carretel do Instagram (na verdade, a viralidade serve como um deus ex-Machina aqui), no qual a fãs de 29 anos (theyley) corre um estúdio de retrato que duplica que Doubles. Imagine isso admiravelmente esboça a vida da cidade de uma jovem ambiciosa e independente que não é lamentável nem totalmente descoberta – uma sólida parceria de melhor amigo com Jay (Luke Fetherston, dando energia ao chumbo a uma performance de apoio), uma carreira criativa e um negócio incipiente que assume a precedência sobre qualquer vida romântica, não que ela seja uma reclamação.

Mas o dinheiro é apertado, as contas estão literalmente aumentando e, por ocasião do casamento indiano de sua irmã mais nova, Sonal (Anoushka Chadha), nos subúrbios, sua mãe (Sindhu Vee) revela um estoque de jóias da herança familiar. O problema? Ela deve se casar para acessá -lo. A captura extra? Ela deve seguir cinco datas, como ditado por um guia espiritual de Hammy contratado por sua mãe, a fim de encontrar sua alma gêmea. Sempre um cético (o mesmo), Pia concorda com o acordo para apaziguar várias forças em sua vida – incluindo Jay, que gostaria de ser pago por seu trabalho na loja de fotos – mas principalmente para manter as aparências na frente do melhor homem, que por acaso é seu ex -escola Charlie (Tiffin).

As datas são, conforme exigido por enredo, desastrosas, que vão desde um bebê nojento do Nepo, a uma tia de configuração com questões da mamãe, até o guru do bem-estar de Phil Dunster, que insiste em tocar uma rotação das músicas de Jason Mraz. Ashley, que podia iluminar faíscas, mesmo fora do cotão de Bridgerton, brisa através de uma série de encontros de Cringey e encontra algum naturalismo e forte teimosia em um personagem que muitos outros interpretariam mais atrapalhados, desesperados ou estridentes. Mas mesmo ela não pode se levantar acima do material que se afasta entre o romance do drama familiar, a farsa e os comentários sobre os anciãos intrometidos. Em uma cena, Pia demonstra uma faixa muito bem-bezuada e rebelde, enquanto se lembra de um caminho improvisado para acender uma junta com uma bateria de seus dias universitários, apenas para pegar o cabelo em chamas, cortar a cena. Tal é o ritmo sacado e o tom confuso deste filme.

Infelizmente, muito disso é renderizado no brilho distinto da economia de streaming-irônico, dado que este é um filme sobre um fotógrafo talentoso com uma sensação supostamente aguçada de iluminação-com uma dependência excessiva de telas desnecessárias que servem para distrair, em vez de melhorar. Ashley e Fetherston fazem o possível para dar alguma textura, alguma qualidade vivida, para este filme que, de outra forma, se parece exatamente com o que é. Isso não significa que não é agradável, em pontos-os momentos individuais de Pia e Charlie têm a química necessária, e Ashley frequentemente pisca a vivacidade e a vitalidade na tela de uma estrela clássica da Romcom. Mas, como muitos do aplicativo, não é ofensivo nem memorável – uma gota no balde, um em um mar algorítmico de muitos.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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