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Índia chama o principal enviado do Canadá à medida que a disputa sobre o assassinato de Nijjar se aprofunda | Notícias

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A Índia rejeita “imputações absurdas” depois de dizer que recebeu comunicação do Canadá de que os seus diplomatas são “pessoas de interesse” na investigação.

A Índia diz que está a retirar o seu principal enviado a Ottawa e outros diplomatas porque o governo canadiano os está a investigar como “pessoas de interesse” numa investigação, reacendendo uma disputa diplomática sobre o assassinato de um líder separatista Sikh no ano passado.

Relações Índia-Canadá estão tensos desde setembro de 2023, quando o primeiro-ministro Justin Trudeau disse que o Canadá tinha evidências credíveis que ligavam agentes indianos ao assassinato de Hardeep Singh Nijjar em solo canadense no início daquele ano.

Nijjar apoiou uma pátria Sikh na forma de um estado Khalistani independente e foi designado pela Índia como “terrorista” em julho de 2020.

A Índia negou repetidamente a alegação de que os seus agentes o mataram, desafiando o Canadá a partilhar provas para apoiar a sua afirmação.

Na segunda-feira, o Ministério dos Negócios Estrangeiros indiano disse ter convocado o encarregado de negócios canadiano para denunciar o “completamente inaceitável” e “ataque infundado” ao alto comissário indiano e a outros diplomatas e funcionários.

“Não acreditamos no compromisso do actual governo canadiano em garantir a sua segurança. Portanto, o Governo da Índia decidiu retirar o Alto Comissário e outros diplomatas e funcionários visados”, afirmou num comunicado.

Na manhã de segunda-feira, o ministério disse ter “recebido uma comunicação diplomática do Canadá sugerindo que o Alto Comissário indiano e outros diplomatas são pessoas de interesse” na investigação em curso.

O governo canadense não comentou publicamente o assunto. O departamento de relações exteriores do Canadá, Global Affairs Canada, não respondeu imediatamente ao pedido de comentários da Al Jazeera na segunda-feira, que é feriado federal.

Na sua declaração anterior, o ministério disse que a Índia “rejeita veementemente estas imputações absurdas e as atribui à agenda política do Governo Trudeau” e reiterou que o Canadá não forneceu qualquer prova “apesar de muitos pedidos da nossa parte”.

“Esta última etapa segue interações que testemunharam novamente afirmações sem quaisquer fatos. Isto deixa poucas dúvidas de que, sob o pretexto de uma investigação, existe uma estratégia deliberada de difamar a Índia para obter ganhos políticos”, acrescentou o comunicado.

“A Índia reserva-se agora o direito de tomar novas medidas em resposta a estes últimos esforços do governo canadiano para inventar alegações contra diplomatas indianos”, afirmou o comunicado.

O governo indiano também alegou que o governo Trudeau “deu conscientemente espaço a extremistas violentos e terroristas para assediar, ameaçar e intimidar diplomatas indianos e líderes comunitários no Canadá”.

O Canadá retirou mais de 40 diplomatas da Índia em outubro de 2023, depois de Nova Deli ter pedido a Ottawa que reduzisse a sua presença diplomática.

Em Junho deste ano, uma comissão de parlamentares canadianos nomeou a Índia e a China como as principais ameaças estrangeiras às suas instituições democráticas, com base nos contributos das agências de inteligência.

O enviado da Índia em Ottawa, Sanjay Kumar Verma, classificou o relatório como politicamente motivado e influenciado por ativistas separatistas Sikh.

No início deste ano, Trudeau disse esperar que a Índia “se envolvesse connosco para que possamos chegar ao fundo deste assunto muito sério”.

Logo após a alegação do Canadá, os Estados Unidos alegaram que agentes indianos estavam envolvidos em uma tentativa de plano de assassinato de outro líder separatista sikh em Nova York em 2023, e disseram que indiciaram um cidadão indiano que trabalhava a mando de um funcionário do governo indiano não identificado. .

As conspirações de assassinato contra líderes separatistas Sikh em Canadá e EUA testaram a sua relação com a Índia, à medida que as nações ocidentais esperam forjar laços mais profundos com Nova Deli para contrariar a crescente influência global da China.



Leia Mais: Aljazeera

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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