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Índia jogará jogos do Troféu dos Campeões em Dubai após recusa em visitar o Paquistão | Troféu dos Campeões da ICC

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Reuters and Guardian sport

As partidas da Índia no Troféu dos Campeões de 2025 serão realizadas em Dubai, o Conselho Internacional de Críquete confirmado na terça-feira.

O Paquistão, anfitrião do torneio, escolheu os Emirados Árabes Unidos como local neutro para os jogos da Índia, já que a seleção não pode disputar partidas no Paquistão devido a tensões políticas.

O jogo dos anfitriões do Grupo A contra a Índia será agora disputado em Dubai, juntamente com os jogos da Índia contra Bangladesh e Nova Zelândia. A decisão também significa que o local da final, a 9 de Março, mudará de Lahore para Dubai, caso a Índia se qualifique.

No mês passado, o Conselho de Controle da Grilo na Índia, citando conselhos do governo, disse à ICC que não enviaria uma equipe para o torneio, que começa em fevereiro. A Índia não visita o Paquistão desde 2008; O Paquistão visitou seus vizinhos pela última vez para participar da Copa do Mundo dos 50 anos em 2023.

“As três partidas da fase de grupos envolvendo a Índia, bem como a primeira semifinal, serão disputadas em Dubai”, afirmou a ICC em comunicado. “Lahore sediará a final no dia 9 de março, a menos que a Índia se classifique, caso em que será disputada em Dubai. Tanto as meias-finais (a segunda será em Lahore) como a final terão dias de reserva.”

Este será o primeiro Troféu dos Campeões desde 2017, que foi vencido pelo Paquistão depois de derrotar a Índia por 180 corridas na final no Oval, em Londres. A competição com oito equipes e mais de 50 pessoas começa em Karachi, no dia 19 de fevereiro, com o Paquistão enfrentando a Nova Zelândia. Rawalpindi também sediará três jogos da fase de grupos.

A Inglaterra está no Grupo B com Afeganistão, Austrália e África do Sul, num primeiro teste para Brendon McCullum, que assume as funções de treinador da bola branca. A Inglaterra enfrentará a Austrália em 22 de fevereiro e o Afeganistão em 26 de fevereiro – ambos em Lahore – e depois enfrentará o Proteas em 1º de março, em Karachi.

“Estamos satisfeitos por ter sido alcançado um acordo baseado nos princípios de igualdade e respeito, mostrando o espírito de cooperação e colaboração que define o nosso desporto”, disse o presidente do Conselho de Críquete do Paquistão (PCB), Mohsin Naqvi.

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“A nossa sincera gratidão vai para os membros da ICC que desempenharam um papel construtivo ao ajudar-nos a alcançar uma solução mutuamente benéfica”, acrescentou. “Seus esforços foram inestimáveis ​​na promoção dos interesses do críquete internacional.” A ICC disse na semana passada que os jogos do torneio entre a Índia e o Paquistão, organizados em qualquer um dos países, seriam disputados em locais neutros até pelo menos 2027.

O torneio será o primeiro evento da ICC a ser realizado no Paquistão desde a Copa do Mundo de 1996, que foi co-organizada com a Índia e o Sri Lanka. “Nosso país é conhecido por sua grande hospitalidade e tenho certeza de que os torcedores não apenas apoiarão nosso time, mas também apreciarão o desempenho de outros times”, disse o capitão paquistanês da bola branca, Mohammad Rizwan.



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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