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Inglaterra e Espanha empatam enquanto o respeito brilha no caminho para o progresso | Inglaterra Sub-21
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Sid Lowe at Estadio Municipal de La Línea de la Concepción
Dean Huijsen reviveu aqui uma antiga tradição. Quando foi a última vez que você viu um jogador de futebol não apenas trocar de camisa com o adversário, mas também vesti-la imediatamente? Ao apito final, o defesa do Bournemouth, nascido em Amesterdão, mas que representa Espanha onde foi criado, foi direto para Samuel Iling-Junior que, assim como ele, havia jogado na Juventus. Ele se movia como um jovem em missão, o que acabou acontecendo. Eles se abraçaram e quando Huijsen finalmente se afastou, ele estava vestindo branco, com o número 14 nas costas.
Tinha sido aquele tipo de noite, uma familiaridade e uma espécie de admiração mútua pelo lugar, algo de si visto um no outro. Algo partilhado, e não apenas, como se viu, o resultado. No final, os gandulas com telemóveis correram em busca de Jobe Bellingham, que tinha jogado mais de uma hora na sua estreia no Sub-21, enquanto jogadores de cada equipa se dirigiam para rostos familiares, que eram muitos. Este foi um amistoso que foi, bem, amigável.
Especialmente para Mateo Joseph. Quando ele era criança e chegavam os torneios de verão, havia duas bandeiras penduradas na varanda de sua casa em Santander: uma da Inglaterra, uma da Espanha. Ele jogou pela Inglaterra na Copa do Mundo Sub-20; cinco de seus oponentes aqui eram ex-companheiros de equipe, todos os funcionários que ele conhecia. E não foi só ele: embaixo da arquibancada um grande grupo se reuniu, mais camisas foram trocadas; algum tempo depois, eles ainda estavam lá, conversando. Na verdade, sobre tudo, não apenas sobre futebol, e não apenas porque a partida em si terminou em 0 a 0.
Estes são os campeões europeus de sub-21 e de nível sénior; em 2023 A Inglaterra derrotou a Espanha na final, em 2024, a Espanha venceu a Inglaterra. Aqui eles se encontraram pela primeira vez desde Berlim, a primeira no nível Sub-21 desde a final em Batumi, na Geórgia. Desta vez foi concebido como preparação para o Euro no verão, mais uma oportunidade de aprendermos uns com os outros, por isso talvez não importasse. E talvez isso também tenha ajudado.
Naquela noite, um gol de Curtis Jones venceu junto com uma defesa de pênalti tardia de James Trafford. Foi tenso, houve confrontos. Esta semana até se falou em vingança em Espanha, mas não era pessoal e, em última análise, faltou qualquer vantagem: dos homens que estavam lá, só sobrou o seleccionador espanhol, Santi Denia. Todos os outros seguiram em frente; principalmente, eles haviam subido. E esse é o ponto. Isto pode ser visto não como uma história em si, mas como parte de um processo.
Eles escolheram um local e tanto: o Municipal de La Línea de la Concepción, com capacidade para 9.500 pessoas, casa do Real Balompédica Linense, onde Jack Harper é o artilheiro, fica o mais próximo possível da Grã-Bretanha. La Línea – a Linha – é a cidade fronteiriça, separada de Gibraltar pela pista do aeroporto onde não aterram voos espanhóis. A rocha sobe sobre as arquibancadas de um lado. Do outro, os estreitos, as canecas passando, o vento soprando, as ondas quebrando.
Em campo, desta vez não havia nada que separasse os dois países de cada lado daquela pista. Bem, havia: a trave, para começar. No último minuto, Hugo Bueno acertou em cheio, mas não houve vencedor, não desta vez. Apenas a Espanha provavelmente o seria. “Estou feliz, mas não inteiramente porque o tiro não entrou”, disse Joseph depois. “Algumas vezes passou direto pela área, o que foi irritante. Estávamos mais próximos do que eles.
Ele não estava errado: o jogo de abordagem era ocasionalmente excelente em posições laterais e ele era o beneficiário pretendido, muitas vezes próximo. Três tipos de chances surgiram de um combinado sete ou oito jardas, mas sempre a oportunidade e a bola estavam fora de alcance. James Beadle fez uma excelente defesa rasteira e, ainda depois do remate de Bueno, Pablo Torre cabeceou ao lado, o que parecia resumir as coisas. A Espanha acertou 17 chutes contra seis da Inglaterra. Nenhum dos acertados pela equipe de Ben Futcher acertou o alvo.
O que não quer dizer que Lee Carsley esteja voltando para algo estéril, longe disso. Até porque ele sabe que há outros jogadores que provavelmente retornarão, pelo menos, ele espera, temporariamente. Noni Madueke, Morgan Rogers, Lewis Hall, Curtis Jones, Anthony Gordon, Rico Lewis, Morgan Gibbs-White trabalharam com ele neste nível e, agora, também no nível sênior. A lesão desempenhou um papel, mas não é um acaso: é um plano, um compromisso.
após a promoção do boletim informativo
Carsley disse que a Inglaterra poderia aprender com a Espanha. É por isso que estiveram aqui, claro, porque este amigável valeu a pena, mas foi mais fundo: trata-se mais do processo, da continuidade, daquela linha que liga sub-21 e seniores, representada tanto pelos treinadores como pelos jogadores. E isso já está em andamento, mesmo que a decisão de Carsley de renunciar possa sugerir que está quebrado. A Espanha, o país que melhor faz isto, também vê muitas coisas boas nos seus adversários.
“Do meu ponto de vista, os ingleses estão a trabalhar muito bem – muito, muito bem”, insistiu Dénia aqui. “Eles venceram nos níveis Sub-17 e Sub-21. Eles estão dando chances aos jovens jogadores. Nesta atual seleção principal da Inglaterra, contam com cinco ou seis jogadores que fizeram parte desta seleção sub-21. É assim que fazemos: investimos, damos as ferramentas aos treinadores. São duas equipas que historicamente jogam muito bem – com identidades diferentes, mas a Inglaterra também tem uma qualidade muito, muito boa – e na minha opinião a Federação Inglesa funciona maravilhosamente.”
Se a Inglaterra quisesse jogar contra a Espanha, o sentimento aqui na sombra da rocha era mútuo. Eles não são tão diferentes; quando partiram para cá, usavam até as mesmas camisas.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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