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Instituto Socioeducativo recebe doação de terreno para a construção de Unidade em Brasileia

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O presidente do Instituto Socioeducativo do Acre (ISE/AC) Rogério Silva foi surpreendido na última terça-feira, 3, com o anúncio de doação de um terreno destinado à construção de uma nova Unidade Socioeducativa em Brasileia. A doação foi anunciada pela prefeita Fernanda Hassen durante entrega de kits de fardamento aos socioeducandos doados pela prefeitura daquele município.

A atual unidade funciona em um local alugado e a construção de um novo Centro Socioeducativo proporcionará ao ISE uma economia de mais de R$ 200 mil por ano.

“Foi uma surpresa muito boa quando a prefeita anunciou a doação deste terreno. É um sonho que estará se concretizando, proporcionando ao ISE ter uma estrutura ainda melhor para as atividades socioeducativas”, ressaltou Silva.

A prefeita Fernanda Hassen falou sobre a doação do terreno ao ISE enfatizando o trabalho realizado pelo instituto na ressocialização dos jovens internos.

“A prefeitura de Brasileia tem dado as mãos ao Governo do Estado, sobretudo ao ISE. O que mais queremos é que esses jovens ao sair daqui estejam preparados para a ressocialização de fato e de direito, com o desejo de acertar, com o desejo de crescer como cidadão. E nós, enquanto prefeitura, seremos sempre parceiros. Conhecendo o trabalho que o ISE desenvolve com esses jovens é que decidimos pela doação de uma área de terra para que seja construído um novo centro socioeducativo com uma estrutura bem melhor e com mais oportunidades aos seus internos”, destacou a prefeita.

O ISE em Brasileia abriga neste momento 25 adolescentes. O terreno doado tem aproximadamente três hectares e está localizado próximo ao polo industrial às margens da BR-364.

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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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