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Investigadores sul-coreanos entram na casa do presidente Yoon na segunda tentativa de prisão | Notícias de política

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HISTÓRIA EM DESENVOLVIMENTO,

Os investigadores usaram escadas para entrar no complexo do presidente Yoon Suk-yeol depois que ele não compareceu ao julgamento de impeachment.

Investigadores sul-coreanos usaram escadas para entrar no complexo residencial do presidente Yoon Suk-yeol, em processo de impeachment, em sua segunda tentativa de prendê-lo por sua breve imposição de lei marcial, de acordo com relatórios.

A agência de notícias sul-coreana Yonhap disse que dezenas de policiais entraram no complexo de Yoon, no centro de Seul, a partir das 7h30, horário local (22h30 GMT), na quarta-feira.

Os investigadores foram inicialmente bloqueados pelo Serviço de Segurança Presidencial, que barricou a entrada usando veículos, bem como por um grupo de legisladores do conservador Partido do Poder Popular e pelos advogados de Yoon, disse Yonhap.

Um conselheiro de Yoon disse mais tarde que o presidente partiria para interrogatório quando as autoridades deixassem sua residência, informou a agência de notícias Reuters.

O presidente em exercício, Choi Sang-mok, pediu calma numa declaração na quarta-feira, apelando à necessidade de evitar o contacto físico entre agências estatais.

“Eu responsabilizarei severamente os responsáveis ​​se ocorrerem eventos infelizes”, disse ele.

O impasse na residência presidencial de Yoon ocorre horas depois de ele não apareceu para a primeira audiência em seu julgamento de impeachment. Os esforços para destituí-lo do cargo continuam quase seis semanas depois de ele ter imposto a lei marcial, uma medida rapidamente anulada pela Assembleia Nacional.

Patrick Fok, reportando para a Al Jazeera de Seul, disse que cerca de 1.000 policiais estiveram envolvidos na operação na residência do presidente.

Pessoas se reúnem em frente à residência oficial do presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol, acusado de impeachment, enquanto as autoridades tentam executar um mandado de prisão, em Seul, Coreia do Sul (Tyrone Siu/Reuters)

“A equipa de Segurança Presidencial alertou mais uma vez que vê que este mandado de detenção não tem base legal e disse que irá cumprir protocolos de segurança regulares”, disse Fok. Isso “presumivelmente significa que farão tudo o que for necessário para proteger o presidente, que neste momento permanece barricado dentro da sua residência oficial”, acrescentou.

Milhares de pessoas se reuniram em frente à casa de Yoon, incluindo aqueles que gritavam mensagens de apoio ao presidente destituído.

Esta é a segunda tentativa dos investigadores de prender Yoon depois de uma tentativa anterior tentativa fracassada terminou após um impasse de horas com sua equipe de segurança dentro do complexo presidencial no início de janeiro.

Desde então, Yoon permaneceu dentro de sua villa numa colina em Seul durante semanas, em um esforço para escapar da prisão. Ele também não compareceu ao julgamento de impeachment na manhã de terça-feira, fazendo com que as audiências fossem adiadas minutos depois de terem começado.

Os advogados do presidente disseram que ele não compareceria à audiência de impeachment, acrescentando que seria impedido de expressar livremente a sua posição devido às contínuas tentativas das autoridades para o deter.

O julgamento está sendo realizado depois que a Assembleia Nacional da Coreia do Sul votou em 14 de dezembro pelo impeachment de Yoon, depois que ele impôs a lei marcial em um discurso surpresa noturno em 3 de dezembro de 2024.



Leia Mais: Aljazeera

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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