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Irã em impasse com potências europeias sobre acordo nuclear – DW – 20/11/2024

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Os países ocidentais avançaram com planos de censura Irã pelo seu programa nuclear numa reunião do conselho do Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que começa na quarta-feira.

A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha teriam apresentado uma resolução para pressionar o Irão a voltar a cumprir as regras nucleares internacionais.

De acordo com a AIEA, o Irão é o único Estado sem armas nucleares que enriquece urânio até 60% – perto do limite de 90% necessário para desenvolver uma arma nuclear.

A AIEA disse que o Irão aumentou o seu stock de urânio enriquecido nos últimos meses, atingindo mais de 32 vezes o limite estabelecido no acordo nuclear de 2015, do qual os EUA retiraram unilateralmente sob o então presidente Donald Trump em 2018.

A agência de notícias AFP informou que a resolução dos governos ocidentais contra o Irão foi finalizada pouco antes da meia-noite de terça-feira.

“O texto foi apresentado formalmente”, disse uma fonte diplomática à agência de notícias sob condição de anonimato. Uma segunda fonte diplomática confirmou a informação à AFP.

Irã alerta para resposta “proporcional”

O Irão teria feito uma oferta de última hora para limitar o seu stock de urânio enriquecido a 60% de pureza em troca de as nações europeias abandonarem a sua resolução na AIEA, de acordo com dois relatórios confidenciais da AIEA vistos pela agência de notícias Reuters.

Mais tarde, na manhã de quarta-feira, o Irão disse que “condenava veementemente a decisão dos três países: Alemanha, França e Reino Unido”.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que tal medida “só complicaria ainda mais a questão” durante uma conversa com o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot. O Irão afirmou repetidamente que o seu programa nuclear é de natureza civil e que não pretende criar armas nucleares.

Após a conversa dos ministros dos Negócios Estrangeiros, o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês considerou imperativo que o Irão coopere plenamente com a AIEA.

“O ministro reiterou que a escalada nuclear do Irão era muito preocupante e acarretava grandes riscos de proliferação”, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês num comunicado. “A França, com os seus parceiros alemães e britânicos, continua os seus esforços para regressar às negociações com o Irão com vista a uma solução diplomática.”

Araghchi também disse na quarta-feira que alertou sobre uma resposta “proporcional” em uma ligação com o chefe da AIEA, Rafel Grossi.

Ele disse que se as partes “ignorarem a boa vontade e a abordagem interactiva do Irão e colocarem medidas não construtivas na agenda da reunião do Conselho de Governadores através da emissão de uma resolução, o Irão responderá de forma proporcional e apropriada”.

Grossi visitou o Irã uma semana antes da reunião onde ele disse que o espaço para negociação estava “ficando menor”.

zc/sms (AFP, Reuters)



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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