NOSSAS REDES

ACRE

Irlanda adia reação da Argentina após início rápido | Série Nações de Outono

PUBLICADO

em

Brendan Fanning at the Aviva Stadium

Jeopardy é uma palavra muito difundida no rugby atualmente. É usado principalmente para se referir à forma como as competições são estruturadas, mas também para descrever partidas individuais. Este tinha bastante. Nem sempre evidente, especialmente no primeiro tempo, quando a Irlanda parecia muito melhor do que contra os All Blacks há uma semana. Mas a corrida na reta final, com a Argentina com um homem a menos, teve muito sucesso. Quando finalmente a pressão foi aliviada para o time da casa, praticamente todos eles deram o golpe. E então deu graças pela libertação.

Foi isso que aconteceu. Coincidentemente, já se passaram 25 anos desde uma longa noite em Lens, quando um tipo diferente de finalização mudou o rugby em ambos os países. Estranhamente, foi melhor para ambos, embora para a Irlanda esse bônus demorasse muito para chegar. Perder na noite se transformou em vitória no longo prazo.

O final do jogo aqui deveria ter fracassado com a perda do substituto Francisco Gomez Kodela, para um chute alto sobre Caelan Doris. Lutando desesperadamente para levantar o cerco que deveria ter dito aos Pumas que o baile havia acabado e era hora de voltar para casa. Em vez disso, eles seguiram em frente, avançando em seu jogo curto, até que finalmente tossiram a bola em outra corrida com a linha a apenas cinco metros de distância.

Considerando que há poucas coisas que Andy Farrell gosta mais nesta vida do que um desafio, ele deveria estar radiante. Ele dificilmente considerou esse acabamento em seu orçamento.

“Foram três ou quatro jogos em um, não foi?” ele disse depois. “Estamos muito satisfeitos por conseguir a vitória. Havia algumas coisas que precisávamos aprender na semana passada e outras que precisávamos abordar em campo, mas não o fizemos. Dissemos na semana passada que tínhamos uma chance feia de vencer, mas conseguimos esta semana, o que foi uma vantagem.”

O primeiro tempo esteve longe de ser feio, quando o try do jogo foi prejudicado quando Tadhg Beirne perdeu o controle ao passar por cima da linha. Naquele momento era difícil ver as glândulas sudoríparas trabalhando na prorrogação nos últimos 10 minutos de jogo.

A essa altura o coração de Felipe Contepomi já devia estar batendo forte no peito. Para os Pumas, esta foi uma estação difícil de suportar. Eles mantiveram a compostura no primeiro tempo, quando a Irlanda fez três tentativas – duas nos primeiros seis minutos para Jack Crowley e Mack Hansen, com Joe McCarthy seguindo na meia hora – enquanto Tomás Albornoz cutucou o placar através do chute.

“Estou muito orgulhoso dos meninos”, disse Contepomi. “Uma coisa que precisamos melhorar é a largada, mas persistimos e continuamos assim. A Irlanda jogou tudo em nós, mas defendemos bem.”

Quando a Argentina marcou um belo try individual através de Jean Cruz Mallia, deixando três camisas verdes em seu rastro, eles aceleraram – e mais rápido novamente quando Albornoz fez mais três com o melhor em campo Joe McCarthy levando o lixo.

Então, tendo sobrevivido ao seu próprio feitiço contra um homem no início do jogo – Matias Moroni acertou Crowley no alto, o que custou uma chance ao seu time – eles estavam muito no negócio. Mas a Irlanda defendeu bem, mesmo que a sua abordagem de jogo tenha incomodado Farrell: eles estavam a entrar atrás da parede azul e depois a perder a compostura.

pular a promoção do boletim informativo

Juan Cruz Mallia foge para marcar o try da Argentina. Fotografia: Peter Morrison/AP

O que valeu a pena para a Irlanda foi o desempenho dos estreantes Tom Clarkson e Sam Prendergast.

“Achei que ele foi excelente”, disse Farrell sobre seu zagueiro substituto, que está na fila para ser titular contra Fiji no próximo sábado. “Ele estava tão tranquilo jogando sua primeira internacionalização naquele tipo de posição e nesse tipo de situação. Ele teve um bom ritmo na linha e mostrou que tipo de caráter ele tem.”

O desempenho de Clarkson foi bastante sólido em uma área onde a Irlanda tem poucos funcionários, tanto de cabeça solta quanto de cabeça dura. No outro extremo da escala, Cian Healy está agora empoleirado com o seu traseiro largo no mesmo degrau de 133 internacionalizações que Brian O’Driscoll. Continuar jogando devido ao caminho de lesões que percorreu é em parte milagre, em parte perseverança. É também um comentário sobre a falta de profundidade, o fato de eles ainda discarem o número dele nos finais de semana de teste. Eles precisam de muito mais tráfego nessa zona.

A perspectiva de zero em dois na série Autumn Nations sempre foi um tiro no escuro para a Irlanda, mas sua perspectiva manteve Farrell, e sua capitã, Doris, especialmente, nervosos durante toda a semana. O final do jogo provou que eles tinham todos os motivos para estarem preocupados.



Leia Mais: The Guardian

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

//www.instagram.com/embed.js



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS