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Israel ataca a cidade de Gaza em meio a tentativas de acordo de cessar-fogo | Notícias de Gaza
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2 anos atrásem
Dez mortos no ataque israelense a uma casa na cidade de Gaza, enquanto os EUA afirmam que as negociações sobre um cessar-fogo em Gaza continuam.
Pelo menos 14 pessoas foram mortas em ataques israelenses em Gaza esta manhã, incluindo 10 quando caças israelenses bombardeou um edifício residencial na cidade de Gazaem meio a relatos de negociações de cessar-fogo que se aproximam de um acordo.
O ataque na Cidade de Gaza teve como alvo a casa da família Tabatibi, no bairro de Daraj. As imagens mostraram incêndios após o ataque, enquanto equipes de resgate procuravam sobreviventes em meio aos escombros.
A mídia local informou que a família havia fugido de casa, localizada na parte leste da Cidade de Gaza.
Tareq Abu Azzoum, da Al Jazeera, reportando de Deir el-Balah, no centro de Gaza, disse que a casa foi atacada sem qualquer aviso prévio.
“Os trabalhadores da Defesa Civil confirmaram que a grande maioria dos corpos foi despedaçada”, disse Abu Azzoum.
Esta manhã, os correspondentes da Al Jazeera no terreno também relataram combates no bairro de Al-Janina, em Rafah, bem como helicópteros israelitas a disparar a leste da cidade de Gaza, no sul.
Entretanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) apelou a um cessar-fogo ao alertar para as condições “terríveis” num dos únicos hospitais em funcionamento no norte de Gaza.
“As condições no hospital são simplesmente terríveis”, disse o chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, sobre o Hospital Kamal Adwan em Beit Lahiya, uma cidade que testemunhou intensos ataques dos militares israelitas. “Pedimos a proteção dos cuidados de saúde e que este inferno acabe! Cessar-fogo!”
A OMS e os parceiros chegaram às instalações “há dois dias, no meio de hostilidades e explosões nas proximidades do hospital durante a missão”, acrescentou Tedros numa publicação no X, depois de os esforços para entregar os suprimentos necessários terem sido repetidamente dificultados pelo exército israelita.
A missão chegou ao hospital no dia 30 de novembro, após semanas de tentativas frustradas, mas dias depois foi forçado a fugir em meio a ataques e hostilidades ao redor da instalação.
Hussam Abu Safia, diretor do Hospital Kamal Adwan, disse que atiradores israelenses também atacaram a unidade de terapia intensiva do hospital.
“Este desenvolvimento é muito sério e algo novo para nós”, disse ele. “Não podemos ficar neste local que serve para atendimento de UTI. Ao mesmo tempo, não podemos evacuar e mudar para outro lugar.”
Ele acrescentou que os geradores de energia foram atingidos novamente, causando uma queda de energia. Bombas lançadas de quadricópteros também continuou visando as instalações do hospital.
Acordo de cessar-fogo próximo?
Na segunda-feira, o Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que os negociadores nunca estiveram tão perto de um acordo desde o Acordo de novembro de 2023.
O Hamas disse que não aceitaria nada menos do que uma cessação completa e permanente da guerra, uma retirada total de toda a Faixa de Gaza, o regresso dos deslocados e um acordo de troca de prisioneiros.
Nas rondas anteriores, os desacordos sobre as novas exigências que Israel apresentou sobre a sua futura presença militar em Gaza obstruíram um acordo, mesmo depois de o Hamas ter aceitado um acordo. versão da proposta que Biden apresentou em maio.
Uma rodada de negociações em meados de outubro não conseguiu produzir um acordo.
Na noite de segunda-feira, o gabinete de Netanyahu disse que o primeiro-ministro realizou uma reunião com Adam Boehler, enviado designado de Donald Trump, para chegar a um acordo sobre a libertação dos cativos.
Sete indivíduos com cidadania norte-americana permanecem em Gaza, com quatro mortos confirmados, dizem autoridades israelenses.
Netanyahu também conversou com Trump no fim de semana sobre os esforços de Israel para garantir a libertação dos cativos.
Na segunda-feira, o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, também disse que as negociações foram produtivas nos últimos dias, mas que as diferenças persistiam.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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