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Israel deve retirar-se do Líbano até 26 de janeiro: Presidente Aoun | Israel ataca o Líbano Notícias

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Os comentários do novo presidente do Líbano surgem depois de o chefe da ONU ter apelado a Israel para acabar com a sua “ocupação” do sul do Líbano.

O novo presidente do Líbano exigiu que Israel se retire do sul do seu país até ao prazo final de 26 de Janeiro acordado no cessar-fogo Israel-Hezbollah do ano passado, enquanto se reunia com o chefe das Nações Unidas em visita ao país devastado pela guerra.

“As contínuas violações israelenses em terra e no ar, especialmente em termos de explosão de casas e destruição de aldeias fronteiriças, contradizem completamente o que foi declarado no acordo de cessar-fogo e são consideradas uma continuação da violação da soberania libanesa e da vontade da comunidade internacional. comunidade”, disse o gabinete do presidente Joseph Aoun no sábado, após a sua reunião com Antonio Guterres em Beirute.

Guterres disse que “envidará todos os esforços” para garantir a retirada “segura” das forças dentro do prazo de 26 de janeiro estabelecido pelo acordo alcançado em 27 de novembro.

Guterres disse que um “futuro mais esperançoso” aguardava o Líbano sob a liderança de Aoun, no qual o país poderia tornar-se estável e um centro no Médio Oriente.

Aoun foi escolhido em Janeiro, depois de um acordo entre os partidos políticos no Líbano ter posto fim a um vácuo de poder de dois anos que desestabilizou ainda mais o país, que enfrentava ataques israelitas e uma economia turbulenta.

O presidente, quem é o ex-chefe do exércitotambém enfatizou o seu apoio à Força Interina da ONU no Líbano (UNIFIL), encarregada de proteger a parte sul do país como parte da Resolução 1701, que pôs fim à guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah.

A mensagem transmitida por Guterres no Líbano foi de apoio ao novo presidente e novo primeiro-ministro Nawaf Salamdisse Zeina Khodr da Al Jazeera, reportando de Beirute.

“O que Guterres está a dizer é que a comunidade internacional os apoiará e os ajudará nos seus esforços de recuperação. O Líbano teve alguns anos difíceis. A economia praticamente entrou em colapso, o Estado está quase falido, há uma crise financeira e a moeda perdeu muito do seu valor.”

Como parte do cessar-fogo, o Hezbollah deverá recuar para além do rio Litani, que fica a cerca de 30 quilómetros (20 milhas) da fronteira com Israel, e desmantelar qualquer infra-estrutura militar remanescente.

As forças de manutenção da paz da ONU encontraram mais de 100 esconderijos de armas pertencentes “ao Hezbollah ou a outros grupos armados” no sul do Líbano, disse Guterres na sexta-feira, apelando a Israel para parar a sua “ocupação” na área.

O exército libanês tem-se deslocado gradualmente para outras áreas no sul, juntamente com as forças de manutenção da paz da ONU, à medida que as tropas militares israelitas se retiram gradualmente.

O presidente francês, Emmanuel Macron, à esquerda, aperta a mão de seu homólogo libanês, Joseph Aoun, no palácio presidencial em Baabda, em 17 de janeiro de 2025 (Ludovic Marin/AFP)

O presidente francês, Emmanuel Macron, que visitou Beirute na sexta-feira, disse que o total A retirada israelense da área deve ser “acelerada” e o exército libanês fortalecido.

Enquanto Guterres da ONU prometia mais apoio internacional ao Líbano durante a sua visita, os Estados Unidos anunciaram no sábado que irão fornecer mais de US$ 117 milhões ao país.

O Departamento de Estado dos EUA disse num comunicado que os fundos serão concedidos como parte de “nova e ampliada assistência à segurança” tanto para o exército libanês como para as forças de segurança, em linha com a implementação da Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU.

O exército libanês, a ONU e a França acusaram Israel de repetidas “violações” do cessar-fogo, uma vez que lançou muitos ataques nas suas tentativas declaradas de “fazer cumprir” o acordo.

O líder do Hezbollah, Naim Qassem, disse num discurso televisionado no sábado que os militares israelenses violaram o acordo “centenas” de vezes.

“Temos sido pacientes com as violações para dar uma oportunidade ao Estado libanês responsável por este acordo, juntamente com os patrocinadores internacionais, mas apelo a que não testem a nossa paciência”, disse ele.



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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna-2.jpg

A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física. 

O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.

A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.

Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico. 

“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.

Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.

O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia-interna.jpg

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre

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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais-interna.jpg

O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.

A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.

Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.

Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.

As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.

“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”

Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.

Próximos passos

Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:

– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;

– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.

 



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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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