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Israel diz que assumiu a chave do corredor do sul de Gaza – DW – 12/04/2025
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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse no sábado que IsraelOs militares haviam cercado completamente o sul Gaza cidade de Rafah e estabeleceu uma nova zona de segurança à medida que continua e expande uma ofensiva no Território palestino.
O desenvolvimento significa que Rafah agora está separado do resto da faixa de Gaza, dando aos residentes de Gaza ainda menos opções para procurar abrigo de lutando contra isso retomado após o colapso de um cessar -fogo entre Israel e o grupo militante palestino Hamas em meados de março.
O anúncio de Katz veio como líderes seniores do Hamas, que governa Gaza, estavam programados para manter conversas com mediadores egípcios no Cairo, dizendo que esperavam “progresso real” em direção a um acordo para encerrar o conflito no enclave.
O primeiro -ministro israelense promete ‘dissecar’ a faixa de Gaza
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O que Katz e o Exército disseram?
Em comunicado aos moradores de Gaza, Katz disse: “As IDF (militares) agora concluíram sua aquisição do eixo Morag, que atravessa Gaza entre Rafah e Khan Younis, virando toda a área entre a rota de Philadelphi (ao longo da fronteira com o Egito) e Morag em parte da zona de segurança israelense”.
“Em breve, as operações das IDF (militares) se intensificarão e se expandirão para outras áreas durante a maior parte de Gaza, e você precisará evacuar as zonas de combate”, afirmou o comunicado.
“No norte de Gaza – em Beit Hanoun e em outros bairros – os moradores estão evacuando, a área está sendo assumida e a zona de segurança está sendo expandida, inclusive no corredor Netzarim”, acrescentou.
A aquisição israelense dos corredores Morag e Netzarim significa que Gaza agora está efetivamente dividido em três.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram que completaram a aquisição da rota de Morag “nas últimas 24 horas”.
A IDF disse que “eliminou dezenas de terroristas, desmontou rotas de túnel subterrâneo e infraestrutura terrorista do Hamas” durante uma operação de cerca de 10 dias.
Medos como Israel expande a zona tampão de Gaza
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Luta renovada após o colapso do cessar -fogo
Israel avançou com sua ofensiva em Gaza após o colapso do cessar -fogo com o Hamas, dizendo que quer pressionar o grupo palestino a libertar os 59 reféns restantes que foram feitos durante um ataque a Israel em 7 de outubro de 2023.
Acredita -se que apenas 24 desses reféns estejam vivos.
O Hamas disse no sábado que a ofensiva não apenas “mata civis indefinidos, mas também torna o destino dos prisioneiros (reféns) da ocupação”.
Mais de 1.500 pessoas foram mortas desde que a ofensiva foi retomada, de acordo com o Ministério da Saúde em Gaza, enquanto a ONU diz que cerca de 400.000 residentes de Gaza foram deslocados.
Benjamin NetanyahuO governo também impôs um bloqueio de um mês sobre alimentos, combustível e ajuda humanitária a Gaza, causando escassez aguda para os 2 milhões de residentes do Enclave.
Grupos de direitos chamaram a tática de crime de guerra.
UNICEF: situação humanitária de Gaza ‘muito, muito terrível’
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CeaseFire fala no Cairo
A reunião programada no Cairo vem depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu que um acordo para a libertação dos reféns estava próximo.
Um funcionário do Hamas, falando sob condição de anonimato, disse à agência de notícias da AFP que o grupo esperava um progresso considerável nas negociações.
“Esperamos que a reunião alcance o progresso real para chegar a um acordo para encerrar a guerra, interromper a agressão e garantir a retirada total das forças de ocupação de Gaza”, disse ele.
O Tempos de Israel relataram que uma proposta do Egito que deve ser discutida envolveria a liberação de oito reféns vivos e oito corpos, em troca de uma trégua com duração entre 40 e 70 dias e a liberação de um grande número de prisioneiros palestinos.
Israel lançou sua ofensiva em Gaza após 7 de outubro de 2023, ataque pelo Hamas e outros grupos militantes no sul de Israel, nos quais mais de 1.200 pessoas, principalmente civis, foram mortas.
O Ministério da Saúde de Gaza coloca o número geral de mortos desde que a guerra começou em 50.933, um número que não diferencia entre militantes e civis.
‘Não há lugar seguro em Gaza’: salve as crianças
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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