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Israel diz que provável sucessor do líder do Hezbollah foi morto – DW – 23/10/2024
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23 de outubro de 2024
Blinken exorta Netanyahu a ‘capitalizar’ a morte de Sinwar e tentar acabar com a guerra em Gaza
O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o primeiro-ministro israelense Benjamim Netanyahu manteve conversações em Tel Aviv na terça-feira, apenas uma semana após a morte do líder do Hamas, Yahya Sinwar.
Blinken apelou a Netanyahu para tentar usar o momento como um catalisador para travar o conflito em Gaza.
Como líder do Hamas em Gaza, considera-se que Sinwar tenha orquestrado os ataques terroristas de 7 de Outubro contra Israel.
O principal diplomata dos EUA “ressaltou a necessidade de capitalizar a ação bem-sucedida de Israel para levar Yahya Sinwar à justiça, garantindo a libertação de todos os reféns e encerrando o conflito em Gaza de uma forma que proporcione segurança duradoura tanto para israelenses quanto para palestinos”, disse o porta-voz de Blinken. da reunião.
Netanyahu: A morte de Sinwar marca o início do fim da guerra
Ele também enfatizou a necessidade de prestar assistência aos palestinos deslocados e a importância de “traçar um novo caminho no período pós-conflito”, disse o porta-voz.
Enquanto isso, o gabinete de Netanyahu classificou a reunião como “amigável e produtiva”. Também fez referência à morte de Sinwar e à perspectiva do fim dos combates, mas não fez nenhuma menção explícita à procura de um cessar-fogo.
“O primeiro-ministro enfatizou que a eliminação do líder do Hamas, Yahya Sinwar, provavelmente terá uma influência positiva no retorno dos reféns, na realização de todos os objetivos da guerra e no dia seguinte à guerra”, afirmou.
Blinken tem sido um componente-chave das negociações de cessar-fogo há um ano, que produziram poucos frutos desde um cessar-fogo de uma semana acompanhado de trocas de reféns e prisioneiros em Novembro de 2023. Ele visitou o Médio Oriente 11 vezes desde 7 de Outubro.
EUA fazem novo esforço para cessar-fogo no Médio Oriente
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23 de outubro de 2024
IDF diz que confirmou a morte do provável sucessor de Nasrallah
Os militares de Israel confirmaram na noite de terça-feira que mataram um alto funcionário do Hezbollah Hashem Safieddine, considerado o herdeiro aparente do falecido líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, que foi morto no mês passado num ataque israelita contra o grupo militante libanês apoiado pelo Irão.
As Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram em comunicado que Safieddine foi morto em um ataque há aproximadamente três semanas nos subúrbios ao sul de Beirute.
A confirmação da morte de Safieddine ocorre após semanas de relatos de que ele provavelmente foi morto em um ataque a bomba no início de outubro.
O Hezbollah ainda não comentou a afirmação de Israel.
Quem foi o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah?
“Chegámos a Nasrallah, ao seu substituto e à maior parte da liderança do Hezbollah”, disse o chefe do exército israelita, tenente-general Herz Halevi. “Alcançaremos qualquer pessoa que ameace a segurança dos civis do Estado de Israel”.
As IDF disseram que o chefe do ramo de inteligência do grupo militante estava entre vários outros comandantes mortos no ataque no subúrbio de Dahiyeh, no sul de Beirute.
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23 de outubro de 2024
FBI investiga vazamento de possíveis planos de ataque de Israel ao Irã
O FBI está a investigar a divulgação pública de dois documentos de inteligência altamente confidenciais que descrevem os possíveis preparativos de Israel para um ataque retaliatório ao Irão.
“O FBI está investigando o vazamento de documentos confidenciais e trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros do Departamento de Defesa e da Comunidade de Inteligência”, afirmou em comunicado na terça-feira.
Mais cedo, na segunda-feira, o porta-voz da Casa Branca, John Kirby, disse que o presidente dos EUA Joe Biden estava acompanhando de perto os resultados da investigação e que não estava claro se era um hack ou um vazamento.
“Não temos certeza de como esses documentos chegaram ao domínio público”, disse Kirby. “O presidente continua profundamente preocupado com qualquer vazamento de informações confidenciais para o domínio público. Isso não deveria acontecer e é inaceitável quando acontece.
Os documentos começaram a circular na semana passada no aplicativo de mensagens Telegram. Eles parecem basear-se no monitoramento de imagens de satélite a partir de meados de outubro.
Irã disparou uma barragem de mísseis balísticos contra Israel em 1º de outubrodizendo que foi uma resposta às mortes de Hassan Nasrallah do Hezbollah, de Ismail Haniyeh do Hamas e de um general do IRGC. Israel ameaçou retaliar.
O Irão “não apenas enfraqueceu o Hezbollah, mas enfraqueceu-se a si próprio”
msh/zc (AFP, AP, dpa, Reuters)
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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