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Israel tem como alvo o sul do Líbano; Netanyahu diz que exército não partirá até domingo | Israel ataca o Líbano Notícias

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Ao abrigo de um acordo de cessar-fogo com o Hezbollah, as forças israelitas deveriam retirar-se do Líbano e as forças do Hezbollah deveriam retirar-se do sul do Líbano até 26 de Janeiro.

A retirada do exército israelita do sul do Líbano durará além dos 60 dias acordados num acordo de cessar-fogo, disse o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, alegando que o acordo ainda não foi totalmente aplicado pelo Líbano.

A declaração, divulgada na sexta-feira, veio depois que o exército israelense atacou cidades no sul do Líbano, permanecendo envolvido em “extensas ações militares” na região fronteiriça apenas dois dias antes de supostamente retirar as tropas sob o acordo de cessar-fogo com Hezbolá.

A Agência Nacional de Notícias (NNA) oficial do Líbano informou na sexta-feira que as forças israelenses atacaram o sul, demolindo e incendiando casas na cidade de Aitaroun, danificando uma mesquita na cidade de Qantara e causando uma “explosão violenta” em Rab Thalathin. .

Os contínuos ataques militares ocorreram em meio a relatos da mídia israelense na sexta-feira de que o governo Netanyahu estava buscando maneiras de manter as tropas posicionadas no Líbano além do território. prazo final estipulado no cessar-fogo acordo com o Hezbollah.

Nos termos do acordo assinado em Novembro, as forças israelitas deveriam retirar-se do Líbano e as forças do Hezbollah deveriam retirar-se do sul do Líbano durante um período de 60 dias que termina em 26 de Janeiro.

O meio de comunicação hebreu Ynet informou na sexta-feira que Israel estava pedindo ao novo governo dos Estados Unidos que prorrogasse o prazo, alegando que o exército libanês se desdobrou muito lentamente para o sul, permitindo que o Hezbollah se reagrupasse.

O líder do partido Unidade Nacional, Benny Gantz, o antigo ministro da Defesa que abandonou o gabinete de guerra do país no ano passado, foi citado no relatório como tendo dito que os militares deveriam continuar a “intensificar as operações contra qualquer violação do Hezbollah – menor ou grave”.

Uma fonte das Nações Unidas disse à Al Jazeera que, embora as forças israelitas se tenham retirado de grandes partes das áreas ocidental e central do sul do Líbano, os dados de campo sugeriam que estavam a preparar-se para reter pontos na parte oriental.

Prédios danificados em Naqoura, perto da fronteira com Israel, sul do Líbano (Arquivo: Ali Hankir/Reuters)

A notícia chega no momento em que os residentes libaneses regressam às suas aldeias no sul, apenas para encontrá-las devastadas.

Os militares libaneses pediram aos residentes da cidade costeira de Naqoura que não regressassem a casa para sua própria segurança, dado o rasto de destruição deixado pela partida das forças israelitas.

“Naqoura tornou-se uma zona de desastre de uma cidade… as necessidades básicas estão ausentes aqui”, disse o prefeito Abbas Awada, que retornou para inspecionar o estado de sua cidade.

O prefeito disse que Naqoura precisava de “pelo menos três anos” para reconstruir e que estava preocupado que a falta de fundos, após anos de crise económica, pudesse dificultar a reconstrução.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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