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‘Isso é incompetência do governo ou sabotagem do agro?’, questiona leitor sobre altos preços de alimentos – 12/03/2025 – Painel do Leitor

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'Isso é incompetência do governo ou sabotagem do agro?', questiona leitor sobre altos preços de alimentos - 12/03/2025 - Painel do Leitor

Poder de compra

“Governo quer comprar alimento com valor até 30% acima do preço mínimo para controlar especulação” (Mercado, 11/3). O governo planta arroz? O governo planta café? Lula bota ovo? Isso é incompetência do governo ou sabotagem do agro? Brasil é um país fadado ao fracasso enquanto metade da população sabotar seu próprio país.

Sérgio Souza Lima (Barueri, SP)

O governo fixando preços acima do mercado ou comprando por um valor fixo alto cria distúrbios na formação natural de preços. Isso desincentiva o produtor a vender para o mercado privado, pois sabe que o governo pagará mais —distorce o livre mercado e afeta relações comerciais normais. Risco de criar um “preço político”, desconectado da oferta e demanda real, o que afeta toda a cadeia produtiva.

Ivo Broeing (Florianópolis, SC)

Relações internacionais

“‘Não adianta Trump ficar gritando, porque aprendi a não ter medo de cara feia’, diz Lula” (Mercado, 11/3). O presidente Lula está defendendo a soberania do Brasil, frente às ameaças de um mandatário intolerante contumaz.

Wilson Benvenuti Jr. (Amparo, SP)

Inflação

“Ovo sobe mais de 15% e tem a maior inflação no Plano Real; café avança quase 11%” (Mercado, 12/3). Presidente, precisamos de estoques reguladores para que a população tenha ao menos o básico e não fique refém do agro perverso bolsonarista. Parece que o Plano Safra, foi “jogar pérolas aos porcos”.

Maria Antonia Di Felippo (Santo André, SP)

Administração pública

“Estados usam benesses para ampliar gasto com servidores” (Opinião, 10/3). Infelizmente, peca em colocar os funcionários públicos como se fossem todos privilegiados, com altos salários. Caso visse os salários pagos da área da saúde, verificaria os baixos provimentos pagos, mesmo aqueles com mestrado e doutorado.

Paulo Silva Barbosa (São Paulo, SP)

Os governantes e políticos estão preocupados somente em gastar dinheiro público com favorecimentos e demagogia. Compromisso e responsabilidade zero.

Bob Pereira (Santos, SP)

Datacenters

“Avanço da inteligência artificial esconde o segredo mais sujo da tecnologia” (Álvaro Machado Dias, 10/3). O DeepSeek está aí para demonstrar que é possível achar soluções boas, sem necessariamente gastar mais em consumo. Vamos usar a criatividade, as soluções virão.

Geraldo Filho (Campinas, SP)

Artigo interessante e importante. Deve ser mais discutido antes que os oportunistas de sempre gastem os bilhões que não temos.

Maria Lopes (São Paulo, SP)

Mercado de trabalho

“Ciclo escola, universidade e trabalho acabou” (Michael França, 10/3). O que mais preocupa é que não há nenhum tipo de política pública no sentido de atenuar os efeitos nocivos que as IAs podem causar sobre as atividades profissionais humanas.

Márcio Marques Alves (Rio Verde, GO)

No meu modo de ver, a educação nunca teve um ponto final, todo profissional não só precisa como está em constante aprendizado.

Rodrigo Paula da Silva (Cianorte, PR)

Panes constantes

“Sistemas do INSS ficaram mais de 2 meses fora do ar, e Dataprev diz que falhas são naturais” (Mercado, 11/3). A abertura de um inquérito policial para investigar a falha também é natural. Cadê o Ministério Público Federal? Os segurados já são prejudicados absurdamente e ainda têm que aguentar essa resposta.

Paulo R. Justo (Cabo Frio, RJ)

Envelhecimento

“Ninguém ensina a envelhecer, e um dia você também vai chegar lá” (Claudio Manoel, 11/3). Eu, com 81 carnavais, tenho algumas receitas que eu pratico e posso ensinar. Conversar escutando mais os jovens, sem lhes dar conselhos falando “na minha época…”, fazer academia regularmente, namorar muito, comer sadio e tomar suplementos, tomar sol e caminhar, ler muito, dançar. Não beber nem fumar. Sorrir e gargalhar muito. Rir de si mesmo.

Marcos Alberto Menendez (Florianópolis, SC)

Condição

“Por que o amor dói?” (Vera Iaconelli, 10/3). Ler suas colunas é um alento para as agruras humanas. E, dentre elas, cabe muita reflexão sobre o amor.

Maria Albertina de Miranda Soares (Ponta Grossa, PR)

Direito de comentar

“Folha deveria excluir a seção de comentários” (Mariliz Pereira Jorge, 11/3). Não faz sentido acabar com algo bom só porque alguns fazem mau uso dele. Quem ultrapassa os tênues limites da liberdade de expressão deve ser processado por aquele que se sentiu ofendido, pois jornalista é cidadão. A seção educa e é democrática ao permitir às pessoas interagirem com o jornal, mesmo que nem sempre o agradem.

Josenir Teixeira (São Paulo, SP)

Colocação precisa, ponderada, mas sem solução a não ser acabar com qualquer possibilidade de interação. Será possível que não se crie algo interessante?

Regina Célia Baldin (Ribeirão Preto, SP)



Leia Mais: Folha

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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