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Jake Paul e as nuances da luta de circo com Mike Tyson | Boxe
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Donald McRae in Arlington, Texas
J.ake Paul está com as mãos amarradas no vestiário enquanto seu irmão mais velho, Logan, que também ficou rico e famoso no YouTube, fala sinceramente com ele. “Você expandiu sua mente, seu círculo, sua inteligência emocional e suas capacidades”, Logan diz a Jake.
“Desde fazer vídeos caseiros bobos até mudar todo o cenário dos esportes de combate. Todos nesta sala sabem o quão poderoso você é e é por isso que estamos todos aqui, inclusive Netflix. Um dia, se eu concorrer à presidência, ficaria honrado em tê-lo como meu vice-presidente ou talvez secretário de Defesa. Você ficará encarregado do botão vermelho. A bomba nuclear todo-poderosa que também está na ponta da sua mão direita.”
Pelo menos Jake ri baixinho quando seu irmão menciona o absurdo de concorrer à presidência em um novo documentário brilhante da Netflix. Ele lidera o alarde de conteúdo que a Netflix espera que atraia milhões de espectadores a assistir Jake Paul’s luta embaraçosa contra Mike Tyson, de 58 anos, na noite de sexta-feira em Arlington.
Neste canto ensolarado do norte do Texas, uma semana depois de Donald Trump ter selado o seu regresso à Casa Branca, o entusiasmo intensifica-se. Jake e Logan, dois irmãos de Ohio com 27 e 29 anos, são fervorosos apoiadores de Trump e, como seu herói político, vendem um fluxo constante de besteiras, sabendo que algumas delas acabarão por persistir.
Jake pode ser ouvido proclamando que “sou um boxeador profissional, nocauteando as pessoas” e “eu poderia me tornar o próximo Muhammad Ali”. Seu irmão mais velho dá de ombros: “É claro que ele está delirando. Todos nós somos. É por isso que estamos onde estamos – até que isso se torne realidade. Essa é a beleza de Jake Paul.”
Delírios de grandeza podem se tornar uma espécie de verdade sombria. Talvez, com o mundo virado de cabeça para baixo, Logan Paul se torne presidente um dia. Há mais chances de isso acontecer do que Jake se tornar um grande boxeador. Ele se dedicou com alguma seriedade e treinou duro, mas é difícil dar qualquer crédito às afirmações de Paul sobre a autenticidade do boxe.
Ele já fez 11 lutas e apenas um de seus oponentes, Tommy Fury, era mais jovem que ele e boxeador profissional. Paul perdeu aquela luta para um lutador comum cujas credenciais no boxe se baseiam no fato de ele ser o irmão mais novo de Tyson Fury. Tommy Fury também é famoso por ser um concorrente na Love Island e, desde que derrotou Paul em fevereiro de 2023ele teve apenas mais uma luta – contra KSI, outro YouTuber.
Mas há uma história mais significativa sobre Paulo. No Documentário Netflix ele alega que seu pai foi violento com ele. Greg Paul nega qualquer irregularidade, mas também sugere que seus meninos deveriam estar gratos por ele ter sido tão duro com eles. Logan concorda que Jake ficou traumatizado com sua infância, mas, juntos, eles começaram a fazer vídeos no YouTube quando eram adolescentes, o que logo atraiu milhões de assinantes.
“Somos prostitutas da mídia que criam conteúdo em telefones, editam no iMovie, postam na internet e fazem as pessoas falarem”, diz Logan. Jake, por sua vez, sugere: “Quando eles criaram a palavra ‘influenciador’, eles estavam falando sobre nós”.
Aos 18 anos, Jake era rico o suficiente para comprar uma casa no valor de US$ 7,4 milhões (£ 5,8 milhões), mas negociar com base em sua infâmia o desgastou. Seu irmão e seu pai estavam preocupados que Jake pudesse tirar a própria vida, mas então, em agosto de 2018o boxe aparentemente o transformou. Os Pauls lançaram o boxe no YouTube quando voaram para a Inglaterra e Logan empatou com seu rival britânico, o falastrão KSI. Jake e Deji Olatunji, irmão de KSI, lutaram na eliminatória.
Jake estava sendo espancado na frente de uma Manchester Arena lotada e barulhenta. Ele diz: “Eu senti como se estivesse morrendo… e adorei isso… algum outro elemento dentro de mim assumiu o controle”. Ele venceu a luta e, cansado de fazer conteúdo no YouTube e ser odiado, decidiu se tornar um lutador profissional. “O boxe revigorou algo dentro de mim”, disse ele. “Isso me fez sentir vivo novamente.”
após a promoção do boletim informativo
Jake Paul parece sincero ao apreciar a autoestima que o boxe pode incutir e, desde então, ao vencer uma série de ex-lutadores do UFC, ele construiu um recorde de 10-1 que parece decente no papel e frágil em um ringue adequado. Mas ele é esperto e sorriu de alegria quando, depois de vencer Anderson Silva, então grande jogador do MMA, com 47 anos, se virou para as câmeras e revelou que as compras do pay-per-view chegaram a 1,3 milhão, a “US$ 50 cada”.
Há rumores de que Paul poderia ganhar US$ 40 milhões contra Tyson, o que é um dinheiro ridículo para um novato que não tem o talento ou a habilidade arduamente conquistada do campeão mundial dos pesos pesados, Oleksandr Usyk. Mas, em vez de ficar com raiva, é melhor seguir em frente com um pequeno aceno de cabeça em reconhecimento ao conhecimento de negócios de Paul.
O presidente Trump vomita racismo e misoginia. Em seu recente comício eleitoral no Madison Square Garden, Trump foi precedido no palco por um aspirante a curinga que descreveu Porto Rico como um “ilha flutuante de lixo”.
Mesmo assim, Paul adora morar em Porto Rico e também é apaixonado por apoiar o boxe feminino. Ele promove Amanda Serrano, uma porto-riquenha nascida em Nova York, e sua vida foi transformada. Ela passou anos ganhando amendoins e ganhando pouco reconhecimento, apesar de ganhar títulos mundiais em vários pesos. Há rumores de que ela ganhará cerca de US$ 8 milhões na noite de sexta-feira, com sua grande rival Katie Taylor ganhando supostos US$ 6 milhões, já que a revanche é a única luta que realmente importa no card Paul x Tyson.
Jake Paul pode ser um lutador limitado tentando se sentir melhor consigo mesmo, enquanto arrecada quantias obscenas de dinheiro, mas ele pode se sentir orgulhoso disso. Ele não será o próximo Muhammad Ali e, esperançosamente, também não será o vice-presidente dos Estados Unidos, mas criou um legado de significado duradouro para as mulheres no boxe. Podemos nos apegar a essa verdade enquanto o circo avança no Texas esta semana.
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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre
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20 de outubro de 2026Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).
Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.
A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.
Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.
As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.
Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.
Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.
Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.
O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.
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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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