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Jakob Bro: análise de Taking Turns – obra-prima perdida do discreto supergrupo de jazz de Great Dane | Jazz
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2 anos atrásem
John Fordham
Cuando Miles Davis liderou as sessões de 1948-50 que se tornaram os lançamentos de jazz do Birth of the Cool, a voz solo mais fascinante além de seu próprio trompete foi a de um jovem pouco conhecido de 21 anos chamado Lee Konitz. O trabalho silenciosamente cativante do saxofonista alto ainda brilha como uma característica central do guitarrista dinamarquês Jakob irmão‘s Taking Turns, também gravado em Nova York, mas mais de 60 anos depois, e estranhamente remetido aos cofres da ECM de 2014 até agora.
A reputação de Bro cresceu quando ele sucedeu Bill Frisell na banda do mestre de bateria Paul Motian em 2006, a conexão que o apresentou a Konitz, que pode instantaneamente inventar novas linhas para qualquer composição colocada à sua frente. Bro credita essa habilidade ao seu próprio entendimento de como liderar uma banda de improvisadores que toca música composta com fluidez e fluidez.
Aqui, ao lado de Bro e Konitz, está um supergrupo sutil composto pelo guitarrista Frisell, o pianista Jason Moran, o contrabaixista Thomas Morgan e o ex-baterista do Cecil Taylor, Andrew Cyrille. Black is All Colors at Once chega em delicados sinos de guitarra, antes de Konitz, então com 86 anos (ainda seis anos inventivos de sua morte relacionada à Covid em 2020), ronronar sons profundos e pensativos e respirar tons superiores brilhantes, que ele sustenta sem um momento de repetição sobre as guitarras harmonizadas e o baixo silencioso e rápido de Morgan. Haiti, um delicioso shuffle lento, apresenta uma rara aparição de Konitz no sax soprano; Milford Sound é uma homenagem ao famoso free-drums contemporâneo de Cyrille, Milford Graves, que lança um swing sedutor e desconhecido. Pearl River é um redemoinho taciturno e rítmico livre para todos os músicos, enquanto a sem trompa Mar Del Plata é uma linda valsa musical que poderia caber perfeitamente nos melhores álbuns de Frisell.
Por sua formação excelente, temas discretos e ideias geradas espontaneamente pelo conjunto, Taking Turns é uma pequena obra-prima.
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Pianista alemão e ex-aluno de Brad Mehldau Benjamin Lackner adiciona os astros americanos Mark Turner (sax tenor) e Linda May Han Oh (baixo) aos parceiros familiares do trompetista Mathias Eick e do baterista Matthieu Chazarenc no Spindrift (ECM). Melodias de filme noir bordadas com baixo, melancólicas e ofegantes, misturam-se com passagens contrapontísticas impetuosas de tenor/trompete e improvisações de piano elegantes e econômicas.
No trompetista do Reino Unido Mark KavumaMagnum Opus (Banger Factory Records), este dinâmico intérprete e facilitador trabalha com um coletivo multigeracional de talentos locais – do saxofonista/compositor Mussinghi Brian Edwards aos recém-chegados, incluindo a vocalista Sahra Gure e o pianista Noah Stoneman – em um programa exultante de hard bop, neo-soul e influências de Mingus e Monk.
E aquela lenda da guitarra britânica imperecivelmente elegante Jim Mullen leva seu lirismo sempre blues para um passeio legal com um quarteto de sax e órgão em For Heaven’s Sake (Stunt Records), uma deliciosa mistura de soul-jazz, baladas e swing direto.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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