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Jayden Daniels throws for 5 TDs in Commanders’ win vs. Eagles
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John Keim, ESPN Staff WriterDec 22, 2024, 07:42 PM ET
Close- John Keim covers the Washington Commanders for ESPN. He joined ESPN in 2013 after a stint with the Washington Post. He started covering the team in 1994 for the Journal Newspapers and later for the Washington Examiner. He has authored/co-authored four books. You can also listen to him on ‘The John Keim Report’, which airs on ESPN Richmond radio, and follow him on Twitter @john_keim
LANDOVER, Md. — When the Washington Commanders took possession 57 yards from the end zone with less than two minutes remaining and trailing by five points against a team that had won 10 straight games, quarterback Jayden Daniels showed no signs of stress.
It’s easy to see why: Daniels continues to deliver in these moments. He did so once again with a 9-yard touchdown pass to receiver Jamison Crowder with 6 seconds remaining in a 36-33 win over the Philadelphia Eagles (12-3).
“He really lights up in those spots,” Commanders coach Dan Quinn said. “Today, he became a heavy hitter.”
But Daniels’ heroics weren’t limited to the final touchdown pass. He became the first rookie quarterback in franchise history — and seventh in NFL history — to throw five touchdown passes in a game as the Commanders inched closer to a playoff berth.
Washington (10-5) can clinch a spot with one more win. The Commanders next play Dec. 28 against the Atlanta Falcons (8-7).
For Daniels, Sunday’s performance was a continuation of big plays and even bigger moments. He threw three touchdown passes in the fourth quarter alone — as well as an interception on the Commanders’ penultimate drive.
“You want to see how you match up against those types of [teams],” Daniels said.
Already this season he completed a 52-yard Hail Mary to beat the Chicago Bears; he threw two touchdown passes in the final four minutes against Dallas that would have resulted in a tie had Washington made the second extra point. In a win over Cincinnati in Week 3, Daniels threw a touchdown pass with less than four minutes left to clinch a win.
Daniels also led a game-winning field goal drive to beat the New York Giants in Week 2. There’s a reason he’s the NFL’s top-rated quarterback in the final two minutes of regulation among quarterbacks with at least 10 starts. He has thrown an NFL-best four touchdown passes in that stretch.
“I love those types of situations,” Daniels said. “Those are when it’s on thin ice and plays need to be made. That’s what you live for. If you really love the sport you live for those big-time moments where it comes down to the end, everything’s against you, your back is against the wall. How will you respond?”
It’s why Daniels is considered the likely front-runner to win offensive rookie of the year. He now has 22 touchdown passes.
“I see a lot of poise,” Crowder said. “He’s cool, calm, collected under pressure. A lot of times you don’t get that from a lot of quarterbacks.”
In the postgame locker room, receiver Terry McLaurin — who caught an over-the-shoulder 32-yard pass for a touchdown in the second quarter — told Daniels he loved playing with him. It’s understandable: McLaurin has a career-high 12 touchdown catches and surpassed 1,000 yards receiving for the fifth consecutive season.
“If we’re making plays or missing plays he just has a way to stay even-keel,” McLaurin said. “I’ve never seen that from a rookie at any position, let alone one quarterbacking. He has a way of making the right plays when it’s time. You can’t teach that. His ability to get better every week and learn from his mistakes is why he has a chance to be one of the great ones.”
Daniels also hurt the Eagles with his legs. He rushed for 82 of the Commanders’ 114 yards rushing. None mattered more than the 29 yards he picked up on a fourth-and-11 scramble, swerving past defenders in the middle of the field, to the Eagles’ 12. Three plays later he connected with receiver Olamide Zaccheaus for a 4-yard touchdown.
“I’ve never seen him flinch,” McLaurin said. “The only time I’ve ever seen him show emotion is when we lost to Baltimore [in Week 6]. He was on the sideline and I was upset, but I was kind of smiling to myself because [I was thinking], we’ve got us one. He hates to lose.”
Daniels arrives at the facility by 5:30 a.m. and conducts a walk-through with offensive coordinator Kliff Kingsbury three days a week — finishing around 6:30 a.m. Quinn said he has worked his players more on situational football than at any time in his coaching history.
That’s why the players said it felt just like practice when driving for the game-winning score. In fact, Daniels threw a touchdown pass to Crowder on the same route against the same two-safety look in practice Friday.
Because of this preparation, Daniels avoids feeling stressed — even after throwing an interception late in the fourth quarter that led to an Eagles field goal.
“That keeps the rest of us calm,” Washington guard Sam Cosmi said. “The biggest thing that’s great to see is the person that has the most belief in his ability is himself. He’s a dog; he’s a competitor. I’m really happy he’s my QB.”
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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