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Onde assistir ao vivo Washington Commanders x Philadelphia Eagles pela NFL

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Neste domingo, 22 de dezembro de 2024, Washington Commanders e Philadelphia Eagles se enfrentam no aguardado duelo da penúltima semana da temporada regular da NFL. O palco será o FedEx Field, em Landover, Maryland, com o pontapé inicial previsto para as 15h (horário de Brasília). Este confronto carrega implicações decisivas na tabela da NFC East e promete emoção do início ao fim.

Enquanto os Eagles lideram a divisão com 11 vitórias, os Commanders, com 8 triunfos, lutam por uma vaga nos playoffs como wildcard. A história entre as equipes adiciona uma camada de rivalidade ao embate, marcado por duelos intensos ao longo das décadas. O estádio estará lotado, com todos os ingressos vendidos, variando entre US$ 150 e US$ 800. A previsão do tempo indica céu nublado e temperaturas em torno de 14°C, condições ideais para o espetáculo esportivo.

Os dois times apresentam motivações distintas, mas igualmente fortes. Philadelphia busca garantir a liderança absoluta e um posicionamento favorável na conferência, enquanto Washington encara a partida como uma chance de provar sua força e manter vivo o sonho dos playoffs. Ambos os técnicos, Nick Sirianni e Ron Rivera, destacaram em entrevistas a necessidade de estratégias precisas para superar os desafios que este clássico traz.

Onde assistir ao vivo

No Brasil, os fãs podem acompanhar o confronto ao vivo pela ESPN, com transmissão especial que inclui análises pré e pós-jogo. Nos Estados Unidos, o jogo será exibido em rede nacional, destacando a importância do embate.

O impacto do jogo na classificação dos playoffs

Para os Eagles, a partida representa mais que a chance de assegurar a liderança divisional. Uma vitória consolidará a confiança do elenco, que tem mostrado consistência ao longo da temporada. Liderados pelo quarterback Jalen Hurts, o time de Philadelphia conta com um ataque poderoso, que mistura passes precisos e jogo terrestre eficiente. A defesa, liderada por Haason Reddick e Darius Slay, é uma das mais temidas da liga, registrando números expressivos em turnovers e sacks.

Os Commanders, por sua vez, têm a difícil tarefa de equilibrar o desempenho ofensivo e defensivo. A temporada irregular deixou evidente que a equipe enfrenta dificuldades em jogos decisivos. O quarterback Sam Howell, apesar de jovem, demonstrou capacidade em momentos críticos, e a conexão com o wide receiver Terry McLaurin será fundamental para Washington superar a pressão dos Eagles.

Retrospecto recente entre as equipes

Nos últimos cinco confrontos, Philadelphia venceu três, incluindo uma vitória na prorrogação por 34-31 em outubro deste ano. No entanto, Washington não se intimidou e venceu um jogo marcante na temporada passada, quebrando a sequência invicta dos Eagles. A rivalidade é historicamente equilibrada, com jogos decididos nos detalhes.

Confira os resultados recentes de cada equipe na temporada:

Eagles:

  • Vitória contra Dallas Cowboys (31-28)
  • Vitória sobre Miami Dolphins (27-24)
  • Derrota para San Francisco 49ers (20-31)
  • Vitória contra Seattle Seahawks (27-21)
  • Vitória sobre New York Giants (28-17)

Commanders:

  • Vitória sobre New York Giants (24-20)
  • Derrota contra Dallas Cowboys (14-28)
  • Vitória contra Atlanta Falcons (21-17)
  • Derrota para Los Angeles Rams (17-24)
  • Vitória sobre Arizona Cardinals (27-14)

Destaques individuais e estratégias de jogo

A partida contará com grandes estrelas em ação, tanto no ataque quanto na defesa. Jalen Hurts, principal nome dos Eagles, acumula impressionantes 3.500 jardas aéreas nesta temporada e 800 jardas terrestres, reforçando sua versatilidade como quarterback. Ao lado dele, o wide receiver A.J. Brown é peça-chave, liderando o time em recepções e touchdowns.

Nos Commanders, o talento de Terry McLaurin se destaca. Com mais de 1.000 jardas recebidas em 2024, ele será o principal alvo de Howell. No entanto, a linha ofensiva precisa proteger melhor seu quarterback, já que Howell lidera a liga em sacks sofridos.

Na defesa, Jonathan Allen e Chase Young representam a força dos Commanders, enquanto os Eagles apostam em sua sólida linha defensiva para conter as jogadas terrestres do adversário. A batalha nas trincheiras será decisiva para determinar o ritmo da partida.

Fatores que podem decidir o jogo

  1. Força defensiva dos Eagles:
    • Capacidade de pressionar Sam Howell e forçar turnovers.
    • Cobertura eficaz para limitar Terry McLaurin.
  2. Exploração do jogo terrestre pelos Commanders:
    • Estabelecer o ritmo com o running back Brian Robinson Jr.
    • Controlar o relógio e evitar turnovers.
  3. Eficiência no ataque dos Eagles:
    • Aproveitar a velocidade de A.J. Brown em jogadas longas.
    • Utilizar as habilidades de Hurts em corridas desenhadas.

História e curiosidades do clássico

A rivalidade entre Commanders e Eagles é uma das mais antigas da NFL, iniciada em 1934. Desde então, as equipes protagonizaram momentos marcantes, como o playoff de 1990, em que Washington eliminou Philadelphia, e o embate de 2010, quando Michael Vick liderou os Eagles a uma vitória histórica por 59-28. Nos últimos anos, a competitividade se manteve alta, com ambos os times buscando afirmação dentro da divisão.

Curiosidades sobre os times e o confronto

  • Os Eagles possuem a melhor campanha da NFC East nos últimos cinco anos, mas os Commanders lideram o retrospecto geral, com 88 vitórias contra 86.
  • Jalen Hurts acumula cinco touchdowns terrestres contra os Commanders, um recorde pessoal contra uma única equipe.
  • O FedEx Field é conhecido por receber grandes públicos, com média de 70.000 torcedores por jogo em 2024.

A influência econômica e social do jogo

O impacto deste clássico vai além do campo. A economia local em Maryland se beneficia significativamente, com hotéis, bares e restaurantes registrando aumento na movimentação durante o final de semana do jogo. Estima-se que o evento gere cerca de US$ 12 milhões para a região, incluindo gastos dos torcedores visitantes.

Nas redes sociais, a repercussão é intensa, com hashtags relacionadas ao confronto liderando os tópicos mais comentados. Vídeos de torcedores, análises de especialistas e memes garantem engajamento antes, durante e após a partida.

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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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