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Jean-Louis Gasset, especialista em clubes em dificuldades, sai da aposentadoria para treinar um Montpellier à deriva
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“Treinador, acabou. Minha decisão é final. » Em maio de 2024, antes de sua última partida no banco do Olympique de Marseille, Jean-Louis Gasset parecia pronto dizer adeus definitivamente ao mundo do futebol. No final das contas, sua aposentadoria durou apenas cinco meses. O Montpellier Hérault Sport Club (MHSC) recrutou o treinador de 70 anos até ao final da temporada, anunciou A equipe e Agence France-Presse, terça-feira, 22 de outubro.
No Hérault, Jean-Louis Gasset chega com uma missão simples: tentar manter o clube carro-chefe do departamento na primeira divisão. Também habituado a desempenhar o papel de bombeiro em clubes que recorrem aos seus serviços, o treinador Michel Der Zakarian desta vez não conseguiu apagar o incêndio emergente. Ele foi descartado no domingo após a surra infligida às suas tropas pelo Olympique de Marseille, no estádio Mosson (5-0), e deixa nas mãos de Jean-Louis Gasset um clube sem ideia de jogo, sem recrutamento na entressafra e principalmente bom último no campeonato depois de seis derrotas em oito partidas.
Um improvável fim de carreira
“Vamos tentar encontrar um treinador que queira colocar a mão na massa e que tenha o nosso ADN”explicou o presidente Laurent Nicollin no domingo, após a goleada do Marselha. E o perfil de Jean-Louis Gasset corresponde a esta descrição: o treinador não entra em território desconhecido em Montpellier. Ele nasceu nesta cidade, passou a maior parte de sua carreira como meio-campista entre as décadas de 1970 e 1980, e lá começou sua carreira de treinador, primeiro como assistente (1985-1998) antes de ser promovido a treinador principal por uma temporada. Mas também porque se especializou em chegar à chefia de clubes em perigo para tentar dar-lhes nova vida. Ele também conseguiu isso em 2017 em… Montpellier. Chegando no decorrer da temporada, conseguiu manter o time do Hérault na elite.
Desde então, Jean-Louis Gasset continuou a percorrer a França e os seus clubes. Aquele que já havia trabalhado com Paris Saint-Germain, Caen e Istres desta vez sentou-se nos bancos do Saint-Etienne (2017-2019) e depois do Girondins de Bordeaux (2020-2021). Antes de um fim improvável de sua carreira. Nomeado à frente da seleção da Costa do Marfim com o objetivo de vencer em casa a Taça das Nações Africanas de 2024, ele foi demitido depois de uma fase de grupos marcada por uma qualificação no último minuto mas também por uma pesada derrota frente à Guiné Equatorial (4-0). Foi portanto do seu sofá que ele assistiu o título inesperado de Elefantesliderado pelo seu ex-deputado Emerse Faé.
Este último não deixou de prestar homenagem ao seu antecessor, considerando que também foi campeão africano. “ Ele faz 100% parte da aventura do título, só perdeu duas semanas desde junho de 2022.ele explicou a A equipe. Palavras que sem dúvida agradaram a Jean-Louis Gasset, mas não tanto como o telefonema recebido poucos dias depois da cidade foceana que viria treinar um Olympique de Marselha em dificuldade. Um período freelance de alguns meses que se assemelha ao anterior; mas aos 70 anos, Jean-Louis Gasset ainda é capaz de interpretar todo mundo mal.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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