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Jesus teria nascido pelo menos 7 anos antes de si mesmo, ou por que deveríamos comemorar o ano de 2032

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A Adoração dos Magos, de Gentile da Fabriano, no Museu Uffizi de Florença.

Sem a decisão arbitrária de um monge VIe século, estaríamos de facto em 2031 e não em 2024 e estaríamos a preparar-nos para celebrar a transição para 2032 de acordo com os cálculos do astrônomo alemão Johannes Kepler (1571-1630) publicado em 1614 Em Sobre o ano em que æo terceiro Filho de Deus abençoa a natureza humana no ventreæ da Virgem do Maræ assumido (que poderia ser traduzido como “Sobre o verdadeiro ano em que o eterno Filho de Deus assumiu a natureza humana no ventre da bem-aventurada Virgem Maria”).

Duvidando das datas estabelecidas pelos seus antecessores relativamente ao ano 1, Johannes Kepler centra-se “a estrela de Belém”citada na Bíblia como a estrela que anuncia o nascimento de Jesus aos reis magos, mesmo que uma estrela no céu não possa indicar uma localização precisa na Terra.

Esta “estrela” é segundo ele um simples alinhamento dos planetas Júpiter e Saturno, que cria um ponto luminoso na noite e que o olho treinado consegue detectar. Ele determina de acordo com a trajetória dos planetas que esse alinhamento só poderia ter ocorrido sete anos antes do próprio Jesus Cristo, por volta de 12 de abril, 3 de outubro ou 4 de dezembro do ano – 7.

Os cálculos de Kepler seriam confirmados muito mais tarde pelo Papa Bento XVI, que em 2012 mencionou uma data “a ser consertado alguns anos antes” de aproximadamente “seis ou sete anos” Em A Infância de Jesus. Menos categórico que o astrônomo alemão, ele acredita que poderia muito bem ser “quatro anos” de acordo com o “Tabelas cronológicas chinesas”.

Uma data arbitrária que remonta ao VIe século

Então, de onde vem a convenção que resultou na determinação do “ano zero” dos astrônomos? Tudo remonta ao VIe século e as obras de um monge romano, Dionísio, o Pequeno, lembrado Libération para as festividades do ano 2000. A pedido do Papa João Iéo eclesiástico, que também é matemático e astrônomo, “empenha-se numa revisão completa da divisão do tempo com base na fé cristã”. Esta reforma será aprovada pelo Papa João II em 533.

Adeus à data flutuante do nascimento de Cristo que, durante dois séculos, foi celebrada em 19 de abril, 28 de março ou mesmo 6 de janeiro; o monge decide iniciar o ano cristão no dia 25 de dezembro, data do nascimento de Cristo segundo ele, e não mais na Páscoa, que comemora a ressurreição de Jesus.

Le VIe século sem saber o uso do zero, Dionísio, o Pequeno, iniciou sua era cristã no ano 1. Mas, acima de tudo, erros de cálculo e de reconstrução histórica fizeram com que o ano de nascimento de Jesus fosse deslocado: segundo os historiadores, este último teria sido nascido durante o reinado de Herodes, que morreu em… – 4 AC

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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