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Jovens fazem fila e compram todos os biscoitos de idoso triste na rua; vídeo
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2 anos atrásem
Este vídeo lindo está correndo o mundo. Ele mostra jovens que formaram uma fila para comprar todos os biscoitos que um idoso triste estava vendendo na rua. Quando vê o gesto de empatia ele se emociona. Coisa mais linda!
A boa ação foi organizada por Andrea Acosta, uma empreendedora venezuela que ajuda pessoas que estão começando a vender na rua. Dessa vez, o alvo da ação foi o seu Mauro, um italiano que mora em Caracas e tem 89 anos.
Ele tentava vender seus biscoitos saudáveis perto de um shopping da capital, mas como nenhum cliente aparecia, o senhor ficou desolado. Quando Andrea se aproximou, ele achou que ia concretizar apenas uma venda, mas logo se surpreendeu quando a mulher chamou um batalhão de compradores. Com lágrimas nos olhos, ele atendeu cada uma delas e conseguiu vender tudinho! Assista!
Empreendendo nas ruas
Seu Mauro chegou na Venezuela quando era muito jovem. No país, ele se casou e teve filhos.
Antes os biscoitos eram fabricados pela esposa, que ficou doente e não pode mais produzir. Aí, ele assumiu a cozinha e continuou o legado da família.
Desde então, o idoso faz três tipos de biscoitos com as próprias mãos! “Ele mesmo nos disse com as próprias palavras que: trabalha porque precisa se sentir útil e ter seu tempo ocupado!”, contou Andrea.
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Semblante triste
E o fracasso de vendas mudou quando Andrea chegou, levando esperança e empatia!
A influencer se aproxima do idoso e realiza a compra. Quando ele agradece, André pede a ele que vire para trás.
Na mesma hora, Mauro vê um “batalhão de amor” se formando, como Andrea chamou.
Esperança chegou
Logo uma fila imensa de pessoas se forma, todas querendo comprar biscoitos do idoso.
Atendendo atenciosamente cada um dos clientes, ele ficou super emocionado.
Quando as vendas acabaram, seu Mauro sinaliza que não tinha mais biscoitos. E fez questão de agradecer.
“Muito obrigado a todos vocês”, disse com a voz embargada e lágrimas nos olhos.
Internautas se emocionam
E não foi só o idoso que ficou emocionado. Com mais de 20 mil seguidores, Andrea compartilhou o momento na internet e deixou os seguidores com lencinhos nas mãos!
Ela inclusive gerou uma onda de solidariedade. Todo mundo agora quer ajudar seu Mauro.
“Isso foi um gesto lindo. Me deixaria muito feliz se eu conseguir ajudá-lo com rótulos para os biscoitos.”
Outro, lembrou o peso que vovós e vovôs têm na sociedade.
“Seus vídeos me fazem chorar muito. Os avós são uma parte da sociedade a quem se deve amor, dedicação e atenção. Deus os abençoe!”.
Quem é Andrea Costa
Empreendedora e dona das Lojas Baki, uma empresa que vende artigos variados. Sim, Andrea sabe a dificuldade para se começar um negócio.
Por esse motivo, ela procura pessoas na rua e tenta dar uma forcinha para que, mesmo em tempos difíceis, eles jamais desistam.
Nas redes, os vídeos dela acumulam milhares de visualizações.
Tem gente boa nesse mundo ou não tem?
Assista ao vídeo do idoso triste que fica emocionado ao vender todos os biscoitos:
A corrente do bem para ajudar o seu Mauro está emocionando internautas – Foto: @andre_emprende/Instagram

Andrea (de preto), ajuda outros empreendedores nas ruas de Caracas, Venezuela, como fez com o seu Mauro com os biscoitos dele. – Foto: @andre_emprende/Instagram
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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7 horas atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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