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Juiz dos EUA devolve ação contra esquema eleitoral de US$ 1 milhão de Elon Musk ao tribunal estadual | Eleições dos EUA 2024

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Hugo Lowell in Washington

Um juiz federal negou na sexta-feira uma tentativa do America Pac – o comitê de ação política fundado por Elon Musk apoiar Donald Trumppara uma segunda presidência – levar ao tribunal federal uma ação civil movida pelo promotor distrital da Filadélfia sobre um sorteio diário de prêmios de US$ 1 milhão para eleitores registrados.

Os advogados de Musk e de seu America Pac argumentaram que o processo, que busca interromper os sorteios no estado de batalha de Pensilvâniaprecisou ser resolvido na Justiça Federal, pois referiu-se ao Eleições presidenciais de 5 de novembro.

Mas o juiz distrital dos EUA, Gerald Pappert, discordou dessa afirmação em um parecer de cinco páginasescrevendo que as motivações do promotor distrital da Filadélfia, Larry Krasner, eram irrelevantes – e que seu gabinete tinha o poder de levar o caso ao tribunal estadual.

“Tendo agora considerado as alegações das partes, o tribunal concede a moção e devolve o caso ao tribunal de fundamentos comuns”, afirmou.

O caso foi marcado para audiência em Pensilvânia tribunal estadual na segunda-feira, um dia antes da eleição.

O processo civil que nomeia Musk e America Pac alega que uma petição pedindo aos eleitores registrados em estados decisivos que enviassem seus endereços, números de telefone e e-mails em troca de US$ 47, bem como que participassem de um sorteio diário de US$ 1 milhão, era um esquema de loteria. isso era ilegal segundo a lei estadual.

A petição atraiu separadamente o escrutínio do Departamento de Justiça dos EUA, que alertou a América Pac de que a lotaria violava a lei federal, uma vez que, na realidade, equivale a pagar às pessoas para se registarem para votar. Mas a ação civil foi a primeira ação legal tomada para impedir o esquema.

Como a petição pede às pessoas que comprometam o seu apoio à primeira e segunda alterações à Constituição dos EUA – grandes causas para os republicanos – é amplamente visto por especialistas em direito eleitoral como encorajar ilegalmente os apoiadores de Trump a se registrarem para votar em estados indecisos. Numa eleição acirrada, a participação dos eleitores do ex-presidente poderia influenciar o resultado.

O processo também acusa Musk e a America Pac de violar as leis estaduais de proteção ao consumidor ao divulgar declarações enganosas ou enganosas. Por exemplo, Krasner afirma que os vencedores não são aleatórios, como anunciado, porque vários vencedores foram pessoas que compareceram aos comícios de Trump.

Os defensores de Musk dizem que se trata simplesmente de um concurso aberto aos eleitores registados. Em teoria, dizem eles, os democratas registados para votar em estados decisivos podem preencher a petição e ter a oportunidade de ganhar na lotaria um milhão de dólares.

A petição é talvez a mais pública das várias estratégias utilizadas pelo America Pac para reforçar a candidatura de Trump. O Super Pac lidera agora a crucial operação de obtenção de votos em nome da campanha de Trump, enquanto Musk procura mais formas de ajudar o ex-presidente a regressar ao Salão Oval.

O esforço do jogo de chão sofreu alguns contratempos. O Guardian já havia relatado que dezenas de milhares de eleitores de Trump podem não ser alcançados depois que os sistemas internos do America Pac sinalizaram que 20 a 25% das batidas em portas relatadas no Arizona e em Nevada podem ter sido fraudulentas.



Leia Mais: The Guardian

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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