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Enquanto Trump e Harris cortejam os árabes-americanos, o prefeito de Michigan se prepara para aumentar a pressão | Notícias das Eleições de 2024 nos EUA

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Dearborn, Michigan – Abdullah Hammoud estava andando pelo seu escritório, tendo uma animada conversa telefônica sobre o ex-presidente A afirmação de Bill Clinton que o Hamas “força” Israel a matar civis palestinos.

Quando o prefeito de Detroit subúrbio de Dearborn sentou-se para uma entrevista, ele havia se livrado da raiva – pelo menos na superfície.

Hammoud, 34 anos, parecia ter olhos claros sobre o futuro da cidade conhecida como a capital da América Árabe e o caminho a seguir para a sua comunidade enlutada em meio à guerra de Israel contra Gaza e o Líbano.

“Há um manto de tristeza que acaba de cobrir esta comunidade, e as pessoas estão apenas tentando administrar, obviamente, em meio a toda a eleição presidencial tendo como pano de fundo um genocídio, a guerra no Líbano, o bombardeio no Iêmen e assim por diante, ” Hammoud disse à Al Jazeera.

Hammoud, um dos mais proeminentes funcionários eleitos árabe-americanos nos Estados Unidos que serviu na Assembleia Legislativa do Estado como democrata, não endossou nenhuma das candidatosexortando os residentes a “votarem com a sua consciência”.

Numa disputa acirrada, as dezenas de milhares de eleitores árabes em Dearborn – uma cidade de 110 mil habitantes – e em todo o Michigan podem ser cruciais para o resultado da eleição no estado e possivelmente no país.

Isso não passou despercebido aos candidatos: na sexta-feira, Trump deverá visitar Dearborn, e Harris já se encontrou com Hammoud anteriormente durante a campanha, mas não em Dearborn.

Hammoud enfatizou a necessidade de sair e votar na comunidade para que a sua voz seja ouvida.

“Neste momento, o que é mais importante do que qualquer outra coisa é permanecermos firmes nos nossos valores e princípios e permanecermos firmes uns ao lado dos outros na cidade”, disse ele.

Mas para Hammoud, a luta para acabar com a máquina de matar de Israel em Gaza e no Líbano – o lar ancestral de milhares de residentes de Dearborn, incluindo o próprio presidente da Câmara – não termina quando as urnas encerrarem, em 5 de Novembro, e um novo presidente for eleito.

“Quem quer que assuma esse cargo, estamos preparados para colocar os pés na fogueira e responsabilizá-los”, disse ele. “Todo mundo prometendo um cessar-fogomas ninguém está dizendo como vão entregá-lo.”

‘A pressão aumentará’

A candidata democrata Kamala Harris disse que pressionaria pelo fim da guerra e de seu rival republicano Donald Trump prometeu “paz” no Médio Oriente.

Mas tanto o vice-presidente como o ex-presidente são firmes no seu apoio a Israel.

Hammoud observou que os dois candidatos não articularam como lidariam com o primeiro-ministro israelense Benjamim Netanyahuque prometeu repetidamente continuar a carnificina até à “vitória total”.

“Mas a pressão aumentará do nosso lado. E apoiar-nos-emos na coligação anti-guerra mais ampla que foi construída – os nossos líderes sindicais, que se apresentaram e apelaram não só a um cessar-fogo, mas também a um embargo de armas contra Israel”, disse o presidente da Câmara.

“Caramba, mesmo neste momento, vou me apoiar nos jovens republicanos que são a favor de uma embargo de armas.”

Para Hammoud, a mudança é possível independentemente do resultado da eleição. “A política está aí. Os americanos, aos milhões, apoiam isso”, disse ele.

“E o que não veremos é 50 milhões, 100 milhões de americanos seguirem seus valores e princípios. Acho que é viável acreditarmos que milhões de americanos podem mover uma única pessoa na Casa Branca sobre esta questão.”

Vestido com um blazer azul sobre uma camisa branca, Hammoud criticou os dois principais candidatos por sua posição em relação ao Oriente Médio, bem como por sua abordagem à comunidade árabe em Michigan.

Em seu escritório estava pendurado um mapa do Líbano sobre uma adaga iemenita, um capacete de bombeiro, uma bola de futebol americana com o logotipo do Detroit Lions, o selo da cidade – apresentando um carro antigo devido à história industrial da cidade como cidade natal do pioneiro industrial Henry Ford – como bem como outros itens que representam a história de Dearborn e diversas comunidades.

‘Os resultados das políticas não são diferentes’

Hammoud enumerou algumas das políticas anti-muçulmanas e anti-palestinianas de Trump, incluindo a mudança da embaixada dos EUA para Jerusalém, o corte da ajuda humanitária aos palestinos e o reconhecimento da alegada soberania de Israel sobre a Síria. Colinas de Golã ocupadas.

Ele também invocou a proibição de Trump de viajar de vários países de maioria muçulmana, bem como comentários recentes do substituto do ex-presidente, Rudy Giuliani, que proclamou que os palestinos são “ensinados a nos matar” aos dois anos de idade.

“Mas acho que a dificuldade é querer contrariar Trump com algo que pareça mais acolhedor”, disse Hammoud.

“E então, quando você vê os comentários do ex-presidente Bill Clinton, falando sobre como Israel é forçado a matar civis, e como a reivindicação da terra pelo governo israelense é anterior à existência do Islã, fica extremamente frustrante.”

Clinton estava se dirigindo aos eleitores árabes-americanos em um evento oficial da campanha de Harris em Michigan quando fez esses comentários esta semana.

No início deste mês, Harris também fez campanha em Michigan com a ex-congressista republicana Liz Cheney – filha do ex-vice-presidente Dick Cheneyum dos arquitectos da invasão do Iraque e da chamada “guerra ao terror”.

“Quando você tem substitutos como Liz Cheney fazendo campanha em todo o estado de Michigan, falando sobre como até mesmo Dick Cheney – o criminoso de guerra – está apoiando o vice-presidente Harris, isso deveria ser uma mensagem de boas-vindas para esta comunidade?” Hammoud perguntou.

Ele também observou que a administração Biden-Harris não reverteu as políticas pró-Israel de Trump.

“Sim, a retórica pode ser diferente”, disse ele, referindo-se à abordagem de Harris e Trump. “Às vezes, os resultados das políticas não são diferentes, e acho que essa tem sido a frustração de muitos.”

‘Esperança existe’

Com a corrida por Michigan esquentando, as atenções estão se voltando para Dearborn, a primeira cidade de maioria árabe do país.

Outdoors de campanha podem ser vistos por toda a cidade. Os moradores recebem diariamente pilhas de anúncios em suas caixas de correio, com foco em questões árabes e de Israel. guerra em Gaza e Líbano.

Mas os residentes não parecem corresponder ao entusiasmo da campanha. A comunidade árabe-americana da cidade, especialmente a sua grande população libanesa-americana, está a lidar com a angústia de assistir à distância a guerra que está a destruir a sua terra natal.

O conflito é profundamente pessoal para eles. As suas famílias estão a ser deslocadas, as suas aldeias de origem são dizimadas e os seus entes queridos são mortos por bombas, maioritariamente fornecidas pelos EUA. A comunidade perdeu um líder respeitado, Kamel Jawadque foi morto num bombardeio israelense no sul do Líbano em 1º de outubro.

“Participamos de funerais com muito mais frequência do que de eventos comemorativos”, disse Hammoud.

Por toda a cidade, as bandeiras e placas de pátio libanesas e palestinas para os candidatos ao conselho escolar superam em muito as de Trump e Harris.

Apesar da frustração dos eleitores e do crescente sentimento de desencanto com o sistema político, Hammoud alertou contra o desligamento do processo político, chamando-o de “grande medo”.

O autarca destacou a importância das eleições, especialmente a nível local. Ele citou a eleição de autoridades como ele e outros representantes, incluindo a congressista Rashida Tlaib, que ampliaram as demandas da comunidade em torno do conflito.

Ele disse que enquanto as pessoas lutam com a questão presidencial, “existe esperança” no terreno.

“Há manifestações acontecendo em todo o mundo, e o centro da América mudou sobre Israel-Palestinae o centro do mundo mudou”, disse ele.

“Acho que estamos a uma geração de ter uma geração de líderes eleitos que refletirão melhor as posições políticas, os valores e os princípios do eleitorado mais amplo.”



Leia Mais: Aljazeera

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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