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Junta de Mianmar liberta prisioneiros para marcar o Dia da Independência – DW – 01/04/2025

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Mianmar O governo militar no poder anunciou a libertação de 5.864 prisioneiros, incluindo 180 estrangeiros, sob anistia, informou a mídia estatal no sábado.

O perdão anual marcará o 77º dia da independência do país. Mianmar anuncia regularmente ordens de libertação de prisioneiros em massa no dia da independência.

O que mais sabemos sobre a ordem de liberação?

O major-general Zaw Min Tun, porta-voz do governo militar, disse em uma nota de áudio aos jornalistas que entre os libertados estavam cerca de 600 prisioneiros que foram processados ​​de acordo com a Seção 505 (A) do código penal de Mianmar.

O artigo criminaliza a divulgação de comentários que criem inquietação ou medo público, bem como a divulgação de notícias falsas.

Khet Aung, um ex-ministro-chefe do estado de Kachin, no sul, que foi preso logo após a tomada do poder pelo exército em 2021, estava entre os que deveriam ser libertados, acrescentou Zaw Min Tun. Khet Aung foi condenado em abril de 2022 a 12 anos de prisão por acusações de corrupção.

Prisioneiros libertados, em um ônibus, são recebidos por familiares e colegas após deixarem a prisão de Insein no sábado, 4 de janeiro de 2025, em Yangon, Mianmar.
Prisioneiros foram retirados de ônibus das instalações da prisão de InseinImagem: Aliança de foto/imagem Thein Zaw/AP

A maioria dos estrangeiros que serão libertados são tailandeses que foram presos na cidade fronteiriça de Tachileik, no leste de Mianmar, por jogarem, disse Zaw Min Tun. Alguns são também indonésios que foram detidos nas águas territoriais de Mianmar.

A libertação dos presos começou no sábado, mas deverá levar alguns dias para ser concluída.

Amigos e familiares dos detidos esperaram desde a manhã fora da prisão de Insein, na maior cidade do país, Yangon. Os presos foram retirados do estabelecimento.

Onde se encontra Aung San Suu Kyi?

Não ficou claro se o líder civil deposto de Myanmar Aung San Suu Kyi estava entre os que foram libertados.

Suu Kyi e outros prisioneiros idosos teriam sido transferidos para prisão domiciliar no ano passado como precaução contra a exaustão pelo calor.

Suu Kyi, que passou décadas em prisão domiciliária durante uma junta militar anterior e tem sido um símbolo da oposição a décadas de regime militar, está na prisão desde que os militares tomaram o poder em 2021.

O ganhador do Nobel cumpre uma pena combinada de 27 anos depois de ser condenado por uma série de acusações criminais.

Ela negou todas as acusações feitas contra ela e grupos de direitos humanos dizem que as suas convicções têm motivação política.

Pelo menos 28.096 pessoas foram presasdesde 2021, segundo grupo de monitoramento da Associação de Assistência a Presos Políticos (AAPP).

Mianmar em crise

A nação do Sudeste Asiático mergulhou na violência e no caos depois que o exército tomou o poder do governo de Suu Kyi em 1º de fevereiro de 2021.

As forças de segurança reprimiram brutalmente os protestos e centenas de milhares de pessoas foram deslocadas.

Mais de 4.000 pessoas, a maioria civis, foram mortas pelos militares na sua tentativa de assumir o controlo, segundo a organização de vigilância dos direitos humanos Amnistia Internacional.

O governo militar prometeu que iria realizar eleições este ano, mas grupos de oposição criticaram a medida como sendo apenas uma fachada de mudança política que visa apaziguar a comunidade internacional, mas pouco faz para transferir o poder para os civis.

rmt, ess/rm (Reuters, AFP, fontes DW)



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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