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Júri de Indiana considera homem culpado pelo assassinato de duas adolescentes em 2017 | Crime nos EUA
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2 anos atrásem
Associated Press
Um júri no pequeno Indiana cidade de Delphi condenou um homem por assassinato na segunda-feira no Assassinatos de 2017 de duas adolescentes que desapareceram durante uma caminhada à tarde.
As deliberações se estenderam pelo quarto dia antes que os jurados considerassem Richard Allen culpado pelos assassinatos de Abigail Williams, de 13 anos, e de Liberty German, de 14 anos. O ex-trabalhador de drogaria foi condenado por duas acusações de homicídio e duas acusações adicionais de homicídio ao cometer ou tentar cometer sequestro. Allen, 52 anos, pode agora pegar até 130 anos de prisão.
Os 12 jurados, juntamente com os suplentes, foram isolados durante o julgamento, que começou em 18 de outubro na cidade natal das meninas, Delphi, uma pequena cidade no noroeste de Indiana, onde Allen também viveu e trabalhou como técnico de farmácia.
As sete mulheres e cinco homens começaram as deliberações na tarde de quinta-feira, depois de ouvirem os argumentos finais do julgamento por homicídio que durou semanas.
Um juiz especial supervisionou o caso. A juíza do tribunal superior, Fran Gull, junto com os jurados, veio do condado de Allen, no nordeste de Indiana.
O caso atraiu a atenção descomunal dos verdadeiros entusiastas do crime, com repetidos atrasos, fuga de provas, retirada dos defensores públicos de Allen e a sua reintegração pelo Supremo Tribunal de Indiana. Também foi objeto de uma ordem de silêncio.
O promotor do condado de Carroll, Nicholas McLeland, disse aos jurados em seus argumentos finais que Allen era o homem visto seguindo os adolescentes em um vídeo granulado de celular gravado por uma das meninas, conhecida como Abby e Libby, enquanto cruzavam um cavalete de ferrovia abandonado chamado Monon High. Ponte.
“Richard Allen é o Bridge Guy”, disse McLeland aos jurados. “Ele os sequestrou e depois os assassinou.”
McLeland também disse que foi a voz de Allen que foi capturada no vídeo do celular de German dizendo aos adolescentes “descendo a colina” depois que eles cruzaram a ponte pouco antes de desaparecerem em 13 de fevereiro de 2017. Seus corpos foram encontrados no dia seguinte, com as gargantas cortadas, em um área arborizada a cerca de 400 metros daquela ponte.
Um investigador testemunhou durante o julgamento que Allen disse a ele e a outro policial que no dia em que os adolescentes desapareceram ele usava uma jaqueta Carhartt azul ou preta, jeans e um gorro – roupas semelhantes às usadas pela pessoa vista no vídeo do celular de German.
McLeland recapitulou em seu encerramento as evidências de que uma bala não gasta encontrada entre os corpos dos adolescentes “havia passado” pela pistola Sig Sauer calibre .40 de Allen. Uma especialista em armas de fogo da polícia estadual de Indiana disse ao júri que sua análise relacionou o cartucho à arma de Allen.
Mas um especialista em armas de fogo chamado pela defesa questionou a análise da bala da polícia estadual, e o advogado Bradley Rozzi a rejeitou em seus argumentos finais como uma “bala mágica”, dizendo que os investigadores fizeram uma comparação “maçãs com laranjas” da bala não gasta com uma disparada. da arma de Allen.
Allen foi preso em outubro de 2022. Ele se tornou suspeito depois que um funcionário aposentado do governo estadual que se ofereceu para ajudar a polícia na investigação encontrou papelada em setembro de 2022 mostrando que Allen havia contatado as autoridades dois dias depois que os corpos de German e Williams foram encontrados. Essa papelada indicava que Allen havia contado a um policial que estava na trilha de caminhada na tarde em que as meninas desapareceram, segundo depoimentos.
McLeland observou no encerramento que Allen confessou repetidamente os assassinatos – pessoalmente, por telefone e por escrito. Em uma das gravações que ele reproduziu para o júri, Allen pôde ser ouvido dizendo à esposa: “Consegui. Eu matei Abby e Libby.”
A defesa de Allen argumentou que as confissões de Allen não eram confiáveis porque ele enfrentava uma grave crise de saúde mental enquanto estava sob a pressão e o estresse de estar trancado em isolamento, vigiado 24 horas por dia e insultado por pessoas encarceradas com ele. A defesa convocou testemunhas, incluindo um psiquiatra, que testemunhou que meses em confinamento solitário podem levar uma pessoa a delirar e psicótica.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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