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Justiça reconhece o irmão de uma vítima de incesto o direito de compensar como vítima

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Justiça reconhece o irmão de uma vítima de incesto o direito de compensar como vítima

Não, o menino que ele era, há vinte e quatro anos, não era um mentiroso. E, sim, ele também é vítima de seu padrasto e de todos aqueles que não acreditavam que ele disse que havia surpreendido que esse motorista de caminhão imponha uma vasos à sua irmã de 7 anos. Etienne (os primeiros nomes foram modificados) foi reconhecido pelos tribunais como uma vítima indireta das ações de seu padrasto, uma decisão ainda rara.

Uma noite, Etienne ouve barulho do quarto de Emilie. Intrigado, ele olha pela fechadura. A cena é inequívoca. A partir dos 9 anos, o menino quer intervir. Ele abre a porta que seu padrasto recupera brutalmente nele, intimando -o a voltar para seu quarto. O que ele faz, chorando.

No dia seguinte, na escola, ele fala sobre isso com seu professor. Em vez de fazer os relatórios essenciais diante de tais revelações, o diretor desta escola de Lomme (norte), perto de Lille, convoca a mãe e o padrasto de Etienne, além de Emilie, também educada em sua escola. Ele pergunta à menina se o que o irmão disse é verdade. Em frente ao padrasto que a abusa, em frente à mãe que distribui mais golpes do que gestos de ternura, Emilie está paralisada. Ela não diz nada. Etienne é, portanto, um mentiroso. Ele deve ser punido. “Nos dias que se seguiram, em recesso, ele deve se estabelecer em uma cadeira no meio do pátio. Uma característica é atraída pelo chão no chão e seus amigos são proibidos de se aproximar dele ”diz seu advogado, Carine Delaby-Faure.

Leia também: Artigo reservado para nossos assinantes Na escola, relatar violência sexual, uma obrigação e, acima de tudo, um desafio

Etienne viverá com este rótulo de mentiroso. Em casa, onde seis filhos de quatro pais diferentes crescem, “Ele se torna um bode expiatório” de sua mãe, que reina em um tirano doméstico. Ele cresceu o melhor que pode, mais dores em outro lugar. Aos 17 anos, ele fugiu da casa da família ao se envolver no exército. Tendo se tornado adultos, duas de suas irmãs apresentarão uma queixa contra seu padrasto: Emilie, nascida de outra união, mas que ele reconheceu, e Alison, sua própria filha.

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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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