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Kamala Harris chama Trump de fascista, perigoso e inadequado – 24/10/2024 – Mundo

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Kamala Harris chamou nesta quarta-feira Donald Trump de “fascista” e disse que ele está “cada vez mais descontrolado”, após um ex-colaborador do republicano afirmar que ele elogiou Adolf Hitler.

Os candidatos à Presidência dos Estados Unidos elevam o tom a 13 dias da eleição, em uma campanha em que estão lado a lado nas pesquisas.

Os americanos não querem “ter um presidente dos Estados Unidos que admire ditadores e seja um fascista”, disse à noite a candidata democrata em um evento organizado pela CNN para responder a perguntas de eleitores.

O apresentador perguntou: “Você acha que Donald Trump é um fascista?”.

“Sim, eu acho”, respondeu ela na Pensilvânia, um dos sete estados que podem decidir o resultado das eleições em 5 de novembro.

Horas antes, Harris já havia atacado duramente seu rival republicano, após o ex-general dos Fuzileiros Navais John Kelly considerar que o ex-presidente se encaixa na definição de fascista.

Segundo o ex-militar, o magnata “comentou mais de uma vez: ‘Sabe, Hitler também fez algumas coisas boas'”.

“É profundamente preocupante e incrivelmente perigoso que Donald Trump invoque Adolf Hitler, o homem que foi responsável pela morte de seis milhões de judeus e de centenas de milhares de americanos”, afirmou Harris.

“Donald Trump está cada vez mais descontrolado e instável, e em um segundo mandato, pessoas como John Kelly não estariam lá para serem salvaguardas contra suas tendências e ações”, afirmou.

Segundo ela, Trump quer “um poder sem controle”, com “um Exército que seja leal a ele”, em vez de à Constituição.

Assim, ela aquecia os motores para a terça-feira quando, segundo sua equipe, a ex-procuradora fará um “argumento final” contra Trump em Washington, no local onde o ex-presidente incitou seus apoiadores antes de atacarem o Capitólio em 6 de janeiro de 2021, informou um diretor de sua campanha.

A equipe de campanha de Trump considera que a democrata “está cada vez mais desesperada porque está cambaleando e sua campanha está em ruínas”.

“Por isso continua espalhando mentiras e falsidades descaradas que são fáceis de refutar”, disse o porta-voz Steven Cheung em um comunicado.

Trump fez campanha em outro estado chave, Geórgia, onde não mencionou uma acusação revelada pelo The Guardian de uma ex-modelo que afirma que o milionário a apalpou. Ela disse que foi apresentada a ele pelo financista processado por crimes sexuais Jeffrey Epstein.

No entanto, o republicano deu novamente vazão à sua retórica antimigrante.

Enumerou vários casos de crimes de jovens atribuídos a migrantes e reclamou da quantidade de estrangeiros em situação irregular que chegam às cidades americanas.

“Precisam ir embora. Sinto muito. Ninguém pode sobreviver com essa quantidade de migrantes”, afirmou em um comício.

“Resgatarei cada localidade, e cada localidade petrificada, mesmo que não as tenham, porque sabem que estão vindo”, acrescentou.

Os republicanos acusam os democratas de não fazerem o suficiente para impedir as travessias ilegais na fronteira com o México.

Harris evitou a pergunta sobre se quer construir um muro fronteiriço como o que Trump começou.

“Quero fortalecer nossa fronteira”, respondeu após dizer que ele “na verdade não fez grande coisa” durante seu mandato.

A vice-presidente confirmou que quando o presidente Joe Biden a chamou em julho para dizer que passaria o bastão, ela ligou para um pastor.

“Precisava desse tipo de conexão espiritual, precisava desse conselho, precisava de uma oração”, comentou.

Foi “reconfortante para mim”, afirmou, acrescentando que ela reza todos os dias, “às vezes duas vezes por dia”.

Nesta quinta-feira (24), Harris, de 60 anos, participará em Atlanta, no estado da Geórgia, no primeiro ato de campanha com o ex-presidente Barack Obama. E contará com o roqueiro Bruce Springsteen, apelidado de “o chefe”.

No sábado (26), fará campanha com Michelle Obama, desta vez em Michigan.



Leia Mais: Folha

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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