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Keegan Murray would thrive on any team

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Remember when the knock on Keegan Murray during the 2023 draft process was that he’d “only” become a good NBA starter? That was funny. Well, two years into his career, Keegan Murray is already a good NBA starter. That tag is no longer a pejorative, especially for Kings fans who have watched Murray rapidly become integral to the most successful era of Kings basketball in two-plus decades.

Already a respected high-level shooter, Murray enters year three on a Kings team with its highest expectations since 50 Cent was the biggest rapper in the world.

Murray’s shot volume in Sacramento’s offense might decrease this season, although that has little to do with Murray himself; the Kings added DeMar DeRozan this summer, and the six-time All-Star will inevitably take a large share of Sacramento’s shot attempts. That doesn’t mean Murray’s role will decrease in importance, though. Quite the opposite. DeRozan is one of the best 2-point shooters of this generation but doesn’t often venture beyond the midrange, meaning the area where Murray thrives — behind the arc — will still be ripe with opportunity for the third-year forward.

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Really good. By some measures, historically good through two seasons. Let’s start this section with some numbers.

Keegan Murray made 206 3-pointers as a rookie, the most in NBA history. Damian Lillard holds the NBA record for most three-pointers in a player’s first two seasons with 403. Not far behind him in second place is Keegan Murray with 389. If Murray makes 213 3s this season — a feasible number — he’ll overtake Buddy Hield for most 3s made in a player’s first three seasons. If he makes just 3,359 more 3s, he’ll pass Steph Curry for most all-time. Getting close!

Seven players have ever made 12 3s in an NBA game: Klay Thompson, Damian Lillard, Zach LaVine, Steph Curry, Kobe Bryant, Donyell Marshall and Keegan Murray. Not sure if Donyell Marshall makes this list less impressive or if we should give massive props to Donyell Marshall, who averaged 0.9 made 3s per game in his career. Sorry, we got sidetracked.

Murray isn’t a shot-chucker, either. He’s a 38.4 percent shooter for his career (on 6.4 attempts per game) and that’s after shooting 35.8 percent his sophomore year, which will likely end up being one of his worst shooting seasons ever from a percentage measure.

Plenty of basketball players can make shots. Where great shooters separate themselves is with the ability to find shots for themselves, and Murray appears to be in the latter category. He’s great at moving into open space around the perimeter and is always ready to receive a pass and move quickly upward into a shooting motion. Even shooting 15 3-point attempts in an NBA game is worthy of celebration. Finding space that many times takes skill in itself. Making 12 of those attempts is (almost) unprecedented.

At this point in his career, Murray doesn’t make a ton happen off the dribble, and that might not be because he’s unable to, but more so because Sacramento doesn’t need him to. On a team that features De’Aaron Fox, Domantas Sabonis and now DeMar DeRozan, Murray isn’t expected to be the nerve center of offensive creation. If he eventually becomes a guy who scores often in isolation, that’s a bonus to the production he already brings.

The phrase “3-and-D” has lost all meaning in the NBA as players get tagged with that label despite not being good at the “3” or “D” part of the equation, but the role itself remains one of the most important pieces an NBA team can add to its team-building puzzle. Keegan Murray might be en route to becoming a top-tier “3-and-D” wing if his sophomore season is any indication of what is to come.

Murray became a reliable defensive asset for the Kings last year, turning into the team’s best perimeter stopper as the season progressed. He’s very good at getting physical without fouling and sticking with his man in isolation, or fighting through screens to avoid switches in pick-and-roll action. Murray looks like such a nice guy but he’s a dawg defending the ball.

And if this clip is any indication, Murray’s defensive responsibilities might continue to grow. It’s just preseason, but Sacramento entrusting him to pick up Steph Curry full-court is a pretty good sign no matter when it happens.

Sacramento has been a good regular-season team for two seasons now. In 2022-23, the Kings battled in the first round against Golden State but lost in seven games. Last year, they dispatched those Warriors in the Play-In Tournament but then bowed out to New Orleans in the Play-In game that would have sent them back to the playoffs. Now, with a new star on the roster, there’s hope for a playoff series win and perhaps even more in Sac Town.

Keegan Murray doesn’t need to transform into a whole new player for the Kings to be good. But for the Kings to be great, he’ll need to be that defensive stopper he showed he could be last season, and bump his 3-point percentage closer to his rookie season mark (41.1 percent). Maybe he gives Sacramento that aforementioned bonus and flashes some more creation chops, too. Already a crucially important player on the Kings roster, Murray’s production this season could be what swings the Kings fortunes.

Keegan Murray ranked No. 22 on FanSided’s 2024-25 25-under-25, ranking the best young players in the NBA. Check out the rest of the list here.



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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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