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Kemi Badenoch, novo líder dos conservadores britânicos, que estão virando para a direita

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Kemi Badenoch tornou-se no sábado, 2 de novembro, o novo líder do Partido Conservador Britânico, agora na oposição no Reino Unido, após uma votação dos seus ativistas que escolheram este defensor de quarenta anos do retorno à “verdadeiro conservadorismo” e uma política de imigração rigorosa.

Após três meses de campanha, este feroz «anti-despertar», que era considerado o favorito da eleição, foi eleito com quase 57% dos votos, enfrentando Robert Jenrick, também posicionado à direita do partido. Torna-se assim a primeira mulher negra a liderar um dos principais partidos políticos do Reino Unido.

“Chegou a hora de dizer a verdade, de defender os nossos princípios, de planear o nosso futuro, de repensar a nossa política e pensamento, e de dar ao nosso partido e ao nosso país o novo começo que merecem.”declarou Kemi Badenoch logo após o anúncio de sua vitória.

Engenheiro de formação com 44 anos, Mmeu Badenoch nasceu no Reino Unido, filho de pais de origem nigeriana, e cresceu no país africano antes de retornar à Inglaterra aos 16 anos. Deputada desde 2017, ocupou vários cargos ministeriais secundários desde 2019 sob o primeiro-ministro Boris Johnson, antes de ser promovida pelos seus sucessores, Liz Truss e depois Rishi Sunak, de quem foi ministra do Comércio. Ela já havia tentado, sem sucesso, assumir a liderança do partido em 2022.

Mmeu Badenoch terá muito que fazer para reanimar os conservadores, em grande parte enfraquecidos. A eleição para a liderança do partido foi convocada após o anúncio da renúncia do Sr. Sunak, na sequência da histórica derrota eleitoral dos conservadores nas eleições legislativas de 4 de julho. Com 121 eleitos, o partido perdeu dois terços dos seus deputados na Câmara dos Comuns.

Os eleitores sancionaram os Conservadores depois de catorze anos no poder marcados pelo Brexit, por isso muitos acreditam que não foi o sucesso prometido, uma política de austeridade que empobreceu os serviços públicos e escândalos sob o antigo primeiro-ministro Boris Johnson.

Mas muitas pessoas questionam a capacidade de Kemi Badenoch de unificar e reconstruir um partido muito dividido e a relevância da viragem à direita que ela parece querer que se dê. Ela chega à liderança dos Conservadores com a reputação de ser uma empreendedora franca, que apela à base activista, mas por vezes levanta sobrancelhas mesmo no seu próprio campo.

“Todas as culturas não são iguais”

Durante sua campanha, ela defendeu um retorno ao “verdadeiro conservadorismo” sem expandir muito seu programa. Após uma eleição legislativa marcada pela ascensão ao poder do partido de extrema-direita Reform UK, a campanha foi dominada pelo tema da imigração. Kemi Badenoch fez disso uma das suas prioridades, afirmando em particular que ela “não foi bom” para o país e “nem todas as culturas são iguais” para justificar uma política de migração mais direccionada, uma saída que causou polémica.

Durante a última conferência do Partido Conservador, ela chocou-se ao sugerir que o pagamento da licença de maternidade fosse «excessivo» ou estimando que 10% dos funcionários da administração eram tão maus que “deveria estar na prisão”.

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Muito crítico em relação ao “política de identidade” consistindo em fazer valer os direitos específicos de certas comunidades, Kemi Badenoch acusou o seu partido de se ter mostrado cada vez mais « libéral » sobre questões sociais como o género. Ela também disse para si mesma “cético” no objectivo de neutralidade carbónica que o Reino Unido estabeleceu para si próprio.

Segundo o curador Michael Ashcroft, autor de uma biografia sobre o novo líder, ela “radicalizado” à direita do partido quando ela estava na universidade, em contato com ativistas estudantis que ela descreveu “elite metropolitana em formação, mimada, privilegiada e pretensiosa”.

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O mundo com AFP

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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