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Kylian Mbappé volta a campo na La Liga, “nada afetado” pelo caso de Estocolmo, segundo seu treinador

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A última aparição de Kylian Mbappé num campo de futebol já foi há duas semanas. O francês jogou 71 minutos contra o Villarreal, durante os 9e jornada do campeonato espanhol (vitória do Real Madrid por 2-0). E, como tem acontecido desde a sua chegada a Madrid neste verão, teve uma atuação neutra, marcada por desperdícios técnicos significativos. O atacante internacional francês fará questão de fazer melhor no sábado, 19 de outubro, onde deverá retornar a campo pela La Liga contra o Celta de Vigo (21h), após um intervalo agitado.

O ex-astro do Paris Saint-Germain (PSG) sabe disso, sua partida será ainda mais analisada do que o normal. Desde a visita a Estocolmo, na semana passada, nos dias de descanso concedidos pelo seu clube durante a pausa internacional – e enquanto a selecção francesa, cuja convocatória recusou recuperar, jogava na Liga das Nações –, Kylian Mbappé viu o seu nome citado pela imprensa sueca num caso de violação. Embora o Ministério Público do país escandinavo tenha confirmado que a polícia recebeu uma denúncia de violação e que está em curso uma investigação, não mencionou o nome do avançado do Real Madrid neste caso.

Terça-feira, o advogado do jogador, Me Marie-Alix Canu-Bernard, anunciou na TF1 sua intenção de registrar uma reclamação derramar “denúncia caluniosa (…)porque é impossível permitir-se ser caluniado e difamado dessa forma.” A capitã da seleção francesa é, segundo ela, “com absoluta serenidade porque não tem absolutamente nada do que se censurar”. Poucas horas depois da publicação do seu nome em vários tablóides suecos, o futebolista francês reagiu na rede social denunciando um «notícias falsas».

Em Espanha, os meios de comunicação pouco se concentram no “caso Mbappé”

Por enquanto, a agitação na França não parece perturbar o homem de Bondy (Seine-Saint-Denis). “Desde que Mbappé voltou aos treinos, ele tem estado, como sempre, muito sorridente com os companheiros, relata Guillaume Pomade, jornalista do Jornal de verdade, regular nas sessões do clube madrilenho. Para ele, parece que nada mudou. »

Na Península Ibérica, a mídia se concentra muito menos no “caso Mbappé” do que na França, o que permite ao jogador se concentrar no atleta e nos próximos acontecimentos: após a partida contra o Cela Vigo, o Real Madrid enfrentará o Borussia Dortmund no Liga dos Campeões na terça-feira, 22 de outubro, depois Barcelona para o Clássico no sábado, 26 de outubro. “Na Espanha, a mídia adora polêmica. Mas num assunto tão sério como este, eles preferem ter alguma perspectiva para falar sobre isso, continua Guillaume Pomade. (Diário esportivo) Marca por exemplo, mencionou-o brevemente, mas não o colocou na primeira página. Devemos lembrar também que aqui Kylian Mbappé não é a estrela nacional que é na França. »

O treinador do Real Madrid garantiu ainda que o avançado francês regressou do ano sabático fresco, tanto física como mentalmente. “No momento isso é apenas especulação. Ele trabalha muito bem, está feliz e não me sinto nada afetado, ele está muito entusiasmado”, disse. declarou Carlo Ancelotti na sexta-feira em conferência de imprensa. “Mbappé aproveitou esta pausa para melhorar a sua condição física, para recuperar das lesões. Ele está muito bem, está feliz e ansioso para desempenhar um papel importante na equipe”, disse. acrescentou o técnico italiano. Em sua viagem à Suécia? “Esses dias de descanso foram planejados para ele, e aí acho que cada um escolhe o que quer fazer. Não estou interessado em saber onde os jogadores preferem descansar. »

Enquanto se aguarda o andamento da investigação em Estocolmo – para ser apurado se ele está ou não envolvido no caso – Kylian Mbappé retornará aos gramados. No sábado, ele deverá se firmar na linha de frente do ataque merengue.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes “Kylian Mbappé ainda é um superstar, mas ainda é um superjogador? »

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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