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Lady Gaga desce do palco e interage com fãs no ensaio em Copacabana

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A menina Clara é treinada: toda vez que aparece mulher no celular do pai ela dá um sinal. - Foto: @clara.rochaoliveira/TikTok

Lady Gaga emocionou o público ao transformar um simples ensaio em Copacabana em um verdadeiro espetáculo de carinho e conexão com os fãs brasileiros. A estrela pop chegou a descer do palco e cantar bem de perto com a multidão.

A artista, que não havia dado as caras desde que chegou ao Brasil, resolveu aparecer de forma surpreendente. Durante o ensaio, Gaga apresentou alguns dos maiores sucessos dela e não conteve as lágrimas ao ver o mar de gente, que aguardava com entusiasmo.

O momento marcante foi quando ela se aproximou e olhou nos olhos dos fãs. “Brasil, senti tanta saudade! Sei que este não é o show oficial, apenas o ensaio, mas sinto como se fosse o show de verdade. Após a próxima música, vou descansar para o show de amanhã”, disse ela.

Ensaio que virou show

Com o clássico cabelo (ou será peruca?) preto e um vestido também da mesma cor, óculos escuros, a artista se uniu aos dançarinos e músico. O ensaio durou cerca de uma hora. Em inglês, cumprimentou o público: “Boa noite, galera!”. Só isso foi o suficiente para levar a turma ao delírio.

Lady Gaga se sentou ao piano e ensaiou  “Shalow” – trilha do filme “Nasce uma Estrela”. O público não se segurou, avançou e conseguiu, neste momento derrubar parte da grade de proteção que separava o palco, segundo o G1.

Gaga ensaiou ainda:

  • “Garden of Eden”
  • “Poker Face”
  • “Perfect Celebrity”
  • “Vanish Into You”
  • “Bloody Mary”
  • “Abracadabra”
  • “Disease”
  • “Paparazzi”
  • “Alejandro”
  • “How Bad Do U Want Me”
  • “Judas”
  • “Scheiße”

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Fãs que são artistas

Fãs de Lady Gaga são do tipo que não medem sacrifícios pela diva. Vale de tudo um pouco: viajar dois dias de carona em caminhão, enfrentar sol e chuva para garantir um lugar bem pertinho do palco, e como todo mundo tem um pouco de artista, por que não fazer um showzinho à parte, de acordo com o Estado de Minas.

Aí, só o céu é o limite. Subir em árvore e dançar lá no alto, montar-se de Lady Gaga e desfilar pelas ruas de Copacabana, mas é o público LGBTQIAPN+ que realmente aumenta o coro. Defensora dos direitos dos LGBT+, a artista é uma espécie de ídolo para todos.

Há, ainda, uma suposta rivalidade com Madonna – que gosta de uma, necessariamente rejeita a outra. Rixas à parte, os fãs querem mesmo é admirar a artista o máximo de tempo o possível e, claro, ter alguns minutos de celebridade.

Espetáculo com esquema gigantesco

Para o show, marcado para começar no final da tarde, mas a diva só irá surgir por volta das 21h, foi organizado um esquema gigantesco. O palco, na praia de Copacabana, tem 1,3 metro quadrado, bem maior do que o montado para a Madonna.

Há, ainda, um telão imenso de LED de última geração, que permite acompanhar a apresentação de muito longe. A expectativa é reunir 1,6 milhão de pessoas. Mais de 5 mil agentes – entre policiais militares e civis, bombeiros e guardas municipais – estarão em alerta.

No local, foram dispostas 500 cabines sanitárias, com espaço para pessoas com deficiência (PCD), 78 torres de vigilância policial, 150 detectores de metal do tipo raquete, 18 câmeras com tecnologia de reconhecimento facial e grades nas ruas transversais à orla, para controle de acesso ao evento, segundo a Agência Brasil.

Lady Gaga, linda, altiva e grandiosa, a diva fez do ensaio um show e levou os fãs ao delírio. Foto: Revista Quem

Veja a passagem de som em que a diva aparece:

 

Os fãs dão um show à parte:

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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