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Lançamento da Suíça, deporta o jornalista americano palestino Ali Abunimah | Liberdade de notícia da imprensa

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Washington, DC – Jornalista Americano Palestino Ali Abunimah confirmou que as autoridades suíças o libertaram e o deportaram depois de segurá -lo por três dias.

Abunimah, diretor executivo da publicação eletrônica da Intifada, sugeriu em um post de mídia social na segunda -feira que a Suíça o deteve por causa de sua defesa dos direitos palestinos.

“Meu ‘crime’? Ser um jornalista que fala para a Palestina e contra o genocídio de Israel e a selvageria colonial colonal e aqueles que o ajudam e o favorecem ”, escreveu ele.

Abunimah foi preso em Zurique no sábado, antes de fazer um discurso na cidade, provocando indignação dos defensores dos direitos palestinos.

A embaixada suíça em Washington, DC, não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Al Jazeera.

A Agência de Notícias da Reuters informou no domingo que a polícia suíça citou uma proibição de entrada e outras medidas sob a lei de imigração do país como o motivo da prisão de Abunimah.

O jornalista americano palestino disse que, quando foi interrogado pelos policiais, eles o acusaram de “ofender a lei suíça” sem fornecer acusações específicas.

Ele disse que estava “isolado da comunicação com o mundo exterior, em uma célula 24 horas por dia”, acrescentando que não conseguiu entrar em contato com sua família. Ele acrescentou que só devolveu o telefone no portão do avião que o levou para Istambul.

Abunimah observou que durante o período em que foi levado para a prisão como um “criminoso perigoso”, a Suíça recebeu o presidente israelense Isaac Herzog no Fórum Econômico Mundial em Davos.

Herzog provocou controvérsia por sua posição sobre a guerra de Israel contra Gaza, que matou mais de 47.000 palestinos. Ele disse anteriormente que não há “civis não envolvidos” em Gaza.

“Essa provação durou três dias, mas esse sabor da prisão foi mais do que suficiente para me deixar em uma admiração ainda maior dos heróis palestinos que sofrem meses e anos nas prisões do opressor genocida”, disse Abunimah.

“Mais do que nunca, eu sei que a dívida que devemos é uma que nunca podemos pagar e todos eles devem ser livres e eles devem permanecer nosso foco”.

Os especialistas das Nações Unidas criticaram a detenção de Abunimah como um ataque à liberdade de expressão.

Irene Khan, uma relator especial da ONU pela liberdade de opinião e expressão, descreveu a prisão de Abunimah como “notícias chocantes” no sábado e pediu sua libertação.

Francesca Albanese, relator especial da ONU sobre direitos humanos nos territórios palestinos ocupados, também pediu uma investigação sobre o incidente.

“O clima em torno liberdade de expressão Na Europa, está se tornando cada vez mais tóxico, e todos devemos nos preocupar ”, escreveu Albanese em um post de mídia social.

A detenção de Abunimah ocorreu em meio a um aumento do reclamação das vozes pró-Palestinas na Europa em meio ao Guerra a Gazaque os especialistas da ONU compararam com o genocídio.

Em abril, a Alemanha encerrou uma conferência para defensores dos direitos palestinos e negou a entrada no médico britânico Ghassan Abu Sittahque havia trabalhado em Gaza.

Ativistas também acusaram as autoridades alemãs de reprimir em protestos ao longo da guerra.

Em outubro de 2024, a polícia britânica de contraterrorismo invadiu a casa do colega eletrônico da Intifada de Abunimah, Asa Winstanley-um incidente que o comitê de proteger os jornalistas (CPJ) disse fazer parte de um “padrão perturbador de armas de leis de contra-terrorismo contra repórteres”.

Meses antes, as autoridades britânicas mantiveram o jornalista Richard Medhurst, que critica vocalmente as políticas israelenses, por 24 horas quando chegou a Londres.

Medhurst disse no sábado que a investigação do “terrorismo” contra ele foi estendida até maio.

Em Gaza, Israel matou 205 jornalistas desde o início da guerra em outubro de 2023, de acordo com as autoridades locais.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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