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“Le Figaro” cortará cerca de dez cargos “técnicos”

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Terça-feira, 22 de outubro e quarta-feira, 23 de outubro Fígarorue de Provence, em Paris, a administração e os representantes eleitos do Conselho Económico e Social (CSE) reunir-se-ão em reunião extraordinária pela segunda e terceira vez dentro de alguns dias. Quinta-feira, 17 de outubro, foi apresentado um plano de reorganização abrangendo vários departamentos: secretaria editorial (departamento que elabora os artigos), iconografia, direção artística, documentação, etc. Ao final, doze cargos deverão desaparecer segundo a gestão – dezessete segundo os sindicatos, que incluem no quadro de funcionários três desligamentos voluntários ocorridos nos últimos meses, e dois afastamentos por doença.

“A cada três ou quatro anos, reorganizamos a edição impressa, em declínio estrutural”, justifica Marc Feuillée, diretor-geral do Grupo Figaro. Esse “simplificando o processo de edição” deve levar a “economia de produtividade” no valor de 1,5 milhões de euros anuais, nomeadamente graças à utilização de ferramentas digitais mais eficientes. “Parece que a gestão deposita muita esperança (…) em novas ferramentas incluindo inteligência artificial, supostamente para automatizar certas tarefas (escolha de fotos, processamento de imagens, correção, etc.)”, lamenta a união do SNJ (maioria na redação) em comunicado.

Confiança prejudicada na gestão

Em troca, garante o Sr. Feuillée, Le Figaro “continua contratando” jornalistas, quer a criação de“cerca de cem cargos em quatro a cinco anos”dividido entre os cinco “redações locais”a unidade de mídia social e o canal FigaroTV. “De acordo com o slide que nos foi apresentado, são cerca de sessenta vagas desde 2019”corrige Laurent Mardelay, representante sindical da CGT (maioria na empresa). Em todo o caso, na redação técnica, onde os que permanecerão já temem trabalho adicional, tal como na redação editorial, os bons números de vendas do jornal diário e de visitas ao site registados neste verão não extinguiram as preocupações.

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes No “Figaro”, Alexis Brézet mais uma vez eleva a redação

A confiança na direcção editorial, prejudicada pelos dois editoriais do director editorial Alexis Brézet, na Europa 1 e no jornal diário, considerados favoráveis ​​ao Rally Nacional e que suscitaram uma carta de protesto assinada por 205 jornalistas, não não voltou. Até foi recomeçado neste verão, quando um “uma entrevista há muito agendada com Thomas Jolly”, a realização das cerimônias de abertura e encerramento das duas Olimpíadas, fortemente criticada pela extrema direita, foi cancelada, segundo relatório da Sociedade de Jornalistas (SDJ), que questionou Brézet sobre o assunto. Esta semana novamente sentiu-se tensão em relação ao cantor Philippe Katerine, que apareceu, durante a cerimônia de abertura, no dia 26 de julho, nu e todo azul em uma pintura vista pelos católicos ultraconservadores como uma paródia de La Última Ceia. Uma entrevista cruzada com Dominique A, que poderia ter sido publicada apenas na web, mas não na edição impressa, foi cancelada. “Ela está em gestação”retifica um quadro editorial, para o qual “não há desconforto”.



Leia Mais: Le Monde

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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