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Leitores debatem retirada de livros jurídicos com trechos homofóbicos – 05/11/2024 – Painel do Leitor

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Livros

Banir livros é medida típica de ditaduras” (Lygia Maria, 3/11). Livros didáticos estão sempre sendo atualizados de acordo com parâmetros acadêmicos, científicos e legais. Não sei de quando são esses livros jurídicos, que servem, exclusivamente, como manuais de consulta a estudantes de Direito ou a pessoas dessa área específica. Dessa forma, de acordo com o que prega a Constituição brasileira, estão obsoletos e devem, sim, ser retirados de circulação como acontece com outros materiais didáticos não atualizados.

Debie dos Santos Bastos (São Paulo, SP)

Livros preconceituosos são comuns, o maior exemplo que me vem é a literatura de Monteiro Lobato. Não tem como banir o passado, só podemos mudar o futuro. Realmente não é função do governo censurar livros, ainda que fascistoides.

Ediney Fortes do Prado (São Paulo, SP)

O artigo reduz o caso a uma suposta censura, ignorando a complexidade da questão: trata-se, na verdade, de uma intervenção jurídica que visa equilibrar a liberdade de expressão com a proteção dos direitos fundamentais. A Constituição brasileira assegura a liberdade de expressão, mas com limites bem definidos quando há risco à dignidade humana. A Justiça não age voluntariamente; houve quem se sentisse ferido pelas obras e buscou proteção judicial.

Cassio Vicinal (Goiânia, GO)


Religião

Pobres viraram à direita porque religião os acolhe na humilhação, diz Jessé Souza” (Política, 3/11). A esquerda precisa fazer autocrítica, identificar seus erros e corrigir rumos, passando a dirigir o país mais no caminho dos direitos sociais. É isso que o povo espera da esquerda e, se não obtiver, vai buscar em outro lugar. No caso, na direita, que promete tudo e mais um pouco, inclusive o Paraíso.

Sadi Medeiros Junior (Florianópolis, SC)

Pobre de direita pode ser comparado a um porco aplaudindo a inauguração de uma fábrica de linguiça.

Amarildo Caetano (Cotia, SP)

É preciso não confundir a fé propriamente dita, que age no subconsciente das pessoas fazendo com que saiam do seu marasmo pessimista e acordem para a vida, dos oportunistas que se aproveitam dessa fragilidade visando o lucro.

Tersio Gorrasi (São Paulo, SP)

Trump de volta?

Potencial volta de Trump à Casa Branca deixa Brasil em estado de apreensão” (Mundo, 3/11). Não acho que a relação entre Lula e Trump seria ruim. Eles concordam em nacionalismo econômico, protecionismo e tem uma certa afinidade com a Rússia de Putin. Mesmo sobre a Venezuela de Maduro pode haver sintonia entre os dois.

José Cardoso (Rio de Janeiro, RJ)

Pessoalmente, espero que a Kamala ganhe: pelas minorias, pela democracia e pelo equilíbrio no mundo. Com Trump no poder, Putin e Netanyahu se sentirão à vontade para tocar suas guerras, e a Europa Ocidental que se cuide. Os imigrantes e os negros americanos sofrerão. Mas no fim, caso Trump ganhe, espero que Lula seja pragmático e irrite bastante Bolsonaro quando ganhar um abraço do “orange man”.

Felipe Araújo Braga (São Paulo, SP)

Em resumo, não faz diferença nenhuma. Quem ganhar, vai defender, como sempre, os interesses americanos.

Florentino Fernandes Junior

(Belo Horizonte, MG)

Corte de gastos

Governo está pronto para anunciar nesta semana pacote de corte de gastos, diz Haddad” (Mercado, 3/11). Concordo com o governo, é preciso mesmo cortar gastos. Muitos milhões são destinados a pessoas que não precisam, são desonestas e conseguem, através de informações falsas, ter acesso a benefícios que, pelas regras, não teriam direito. Sou capaz de apontar com o dedo alguém assim e sei que são milhares ou talvez milhões.

José Afonso Mota (Caculé, BA)

Se não cortar gastos e aumentar mais o déficit público, obviamente, vamos rumo à insolvência. Antes disso, viveremos inflação, diminuição de investimentos internos, destinados a pagamento dos empréstimos e, finalmente, funcionários públicos sem pagamento ao final do mês. Total irresponsabilidade e negacionismo do básico de economia.

João Braga (Marília, SP)

Mão de obra

Empresas fazem até rodízio de equipes por falta de mão de obra qualificada” (Mercado, 2/11).

Esse problema dificilmente será resolvido, pois a entrada de profissionais nos setores sempre é dificultada pelas empresas. Na hora de contratar, exigem experiência e mil qualificações, os quais os jovens ainda não possuem. E depois reclamam que ninguém quer trabalhar.

Fabricio Oliveira (Manaus, AM)



Leia Mais: Folha

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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