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Líder da oposição venezuelana diz que genro foi sequestrado em Caracas | Venezuela

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Agence France-Press in Caracas

Edmundo Gonzalez Urrutia, da Venezuela, que a oposição diz que vencerá as eleições presidenciais de julho contra o titular Nicolás Madurodisse que seu genro foi capturado por “homens encapuzados” em Caracas.

“Esta manhã meu genro Rafael Tudares foi sequestrado”, disse González na terça-feira.

Escrevendo na rede social X, González disse que seu genro Rafael Tudares foi “interceptado por homens encapuzados, vestidos de preto” enquanto levava os filhos para a escola e foi levado em uma van dourada.

O incidente ocorreu um dia depois de o presidente dos EUA, Joe Biden, ter recebido o exilado González para conversações na Casa Branca, enfurecendo o governo de Maduro, que colocou uma recompensa pela cabeça do homem de 75 anos.

Também ocorre em meio a tensões na capital Caracas, três dias antes de Maduro tomar posse para um terceiro mandato – desafiando os apelos dos Estados Unidos e de outras potências mundiais para que ele se afaste em favor de González.

O homem de 62 anos governa o país rico em petróleo há mais de uma década, mantendo um controlo férreo do poder com a ajuda da polícia, dos paramilitares e das forças armadas.

Apoiado por instituições estatais que lhe são leais, Maduro reivindicou vitória nas eleições de Julho, com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) a não divulgar publicamente os dados dos resultados.

A oposição reivindicou a sua os dados das assembleias de voto mostraram que González venceu as eleições por uma vitória esmagadora.

Mais de 20 pessoas foram mortas e quase 200 ficaram feridas nos tumultos que se seguiram à vitória eleitoral de Maduro em julho.

Outras 2.400 pessoas foram presas na repressão, com as autoridades afirmando esta semana que cerca de 1.500 já foram libertadas. Grupos de direitos humanos lançaram dúvidas sobre esse número.

González, de 75 anos, fugiu exilado para Espanha em Setembro e prometeu regressar ao seu país para prestar juramento.

Ele percorreu capitais do Américas nos últimos dias para tentar isolar Maduro, cuja reeleição foi reconhecida apenas por um punhado de países, incluindo a Rússia, aliada de longa data.

A oposição convocou grandes manifestações para quinta-feira, véspera da posse de Maduro.

A líder da oposição, María Corina Machado, que apoiou González à presidência depois de ter sido impedida de concorrer, instou os apoiadores a comparecerem em “milhões” e disse que ela mesma estaria lá.

Mas não está claro se os venezuelanos, cansados ​​por décadas de crise económica e temerosos da vingança do governo, podem ser persuadidos a manifestar-se novamente em grande número.

Anos de protestos e sanções impostas pelos EUA em eleições anteriores, contaminadas por alegações de fraude, não conseguiram desalojar Maduro.

Um governo paralelo criado pela oposição em 2019 com o apoio de mais de 50 países também não conseguiu acelerar o fim do seu governo.

O governo Maduro prometeu lidar duramente com futuros protestos e ameaçou prender González se ele cumprir a promessa de regressar à Venezuela. Autoridades da semana passada ofereceu uma recompensa de US$ 100 mil por informações que levassem à sua captura.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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