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Líderes evangélicos convocam em vídeo apoiadores p…

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Líderes evangélicos convocam em vídeo apoiadores p...

Lucas Mathias

Pastores líderes de congregações evangélicas participam de um vídeo, organizado por Silas Malafaia, que convoca apoiadores para uma manifestação neste domingo, 6, que pede pela anistia dos presos do 8 de Janeiro. O registro, que circula nas redes sociais bolsonaristas, é uma montagem com falas de lideranças como os bispos Abner Ferreira, presidente da Assembleia de Deus em Madureira, e Robson Rodovalho, fundador da denominação neopentecostal Sara Nossa Terra, que pedem por “anistia já”. A divulgação marca a volta de uma ofensiva de setores evangélicos contra o governo federal, contrário a essa pauta. 

Malafaia, expoente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, é quem conduz a narrativa do vídeo. “O salmo 89, versículo 14, diz que a base do Trono de Deus é justiça e juízo. Não podemos nos calar diante da injustiça, ao ver patriotas sendo condenados por pura perseguição política”, afirma, nos primeiros segundos da montagem. 

Em seguida, além de Ferreira e Rodovalho, aparecem líderes de grandes denominações, com atuação mais forte em diferentes regiões do país: o pastor Jorge Linhares, fundador da Bola de Neve, o Apóstolo César Augusto, fundador da Fonte da Vida, o Apóstolo Renê Terra Nova, fundador do Ministério Internacional da Restauração, o pastor Teo Hayashi, com forte atuação nas redes sociais e fundador do Movimento Dunamis, o pastor Samuel Câmara, fundador da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil, e Claudio Duarte, pastor também com forte influência nas redes. 

As declarações dos religiosos são intercaladas com fotos e informações de alguns dos presos pelos ataques à democracia na Praça dos Três Poderes, há dois anos. 

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O grupo convoca para o ato na Avenida Paulista, a partir das 14h deste domingo. No vídeo, chama a atenção não só a reunião de grandes líderes evangélicos, mas a presença de volta de alguns desses líderes, como o bispo Abner Ferreira, ao centro do debate político. Nos últimos meses, Malafaia vinha sendo uma das poucas vozes mais estridentes nesse campo religioso contra pautas caras ao governo federal, numa trégua não anunciada. 

O pastor Samuel Câmara, por exemplo, é irmão do deputado federal Silas Câmara (Republicanos), que já presidiu a Bancada Evangélica e tem canal de diálogo aberto com alguns integrantes do governo Lula — caso do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, por exemplo. 

Não foi incluído na montagem, contudo, nenhum integrante da Igreja Universal do Reino de Deus, uma das denominações de maior capilaridade no país e que está ligada ao fundação do partido Republicanos. A legenda, hoje, tem um ministério na Esplanada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o de Portos e Aeroportos, chefiado por Silvio Costa Filho. No passado, contudo, a Universal chegou a fazer forte oposição ao petista, ao publicar em suas mídias que “cristão não vota na esquerda”.



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Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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