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Liniker arrasa no Prêmio Multishow e leva em 4 categorias; conheça a artista do ano
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Liniker arrasa no Prêmio Multishow e leva em 4 categorias; conheça a artista do ano
4 de dezembro de 2024
– Vitor Guerras
Liniker, artista trans e preta, superou inúmeros desafios e foi eleita a Artista do Ano no Prêmio Multishow. – Foto: Ellen Soares/Gshow
A noite desta terça-feira foi histórica para Liniker no Prêmio Multishow 2024. A cantora e compositora, conhecida por sua linda voz e melodias emocionantes, se destacou entre os maiores nomes da música brasileira, levando o maior prêmio da noite.
Ao todo, a artista foi indicada em 11 categorias e levou quatro delas: Capa do Ano, MPB do Ano, Álbum do Ano e Artista do Ano. Muito emocionada, Liniker foi às lágrimas quando foi reconhecida como a maior e fez um lindo discurso.
“Agradecimento imensamente por ser ouvida na realidade de um país e amordaçar de forma transparente, tantas pessoas, sentimentos, realidades, como a que modo que sou, que sempre só pensou em sonhar e poder se nutrir do próprio sonho”, disse, recebendo aplausos de todos os presentes.
Quem é Liniker
Suas músicas são emocionantes e sempre retratam a realidade vivida por ela. Mulher preta trans, Liniker lembra que enfrentou diversos desafios para chegar no topo.
Liniker de Barros Ferreira Campos é uma compositora e cantora de Araraquara, no interior de São Paulo. Antes de se lançar como solo, fez parte da banda Liniker e os Caramelows, entre 2015 e 2020.
Em 2022, a brasileira se tornou a primeira travesti a ganhar o Grammy Latino, vencendo na categoria Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, com Indigo Borboleta Anil. Já em 2023, outro marco na carreira: se tornou a primeira artista transgênero a ocupar uma posição na Cadeira da Academia Brasileira de Cultura.
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CAJU: o álbum!
Liniker já chegou ao Prêmio com status de favorita. Só deu ela esse ano!
CAJU, seu novo álbum, deu a ela as premiações de MPB do Ano, Capa do Ano e Álbum do Ano. Quer mais?
O disco foi muito elogiado pela crítica especializada, atingiu mais de 6 milhões de plays no Spotify e foi parar na lista da Rolling Stone.
Artista do ano e discurso
Já cansada de subir no palco para pegar troféus (rs) chegava o momento mais esperado da noite: Artista do Ano.
E mais uma vez, deu ela. Como agradecimento, fez a todos refletirem sobre as minorias no país.
“Mesmo sendo o Brasil, essa imensidão potente e explosiva que somos. Ser reconhecida como vencedora nessa categoria, com esse disco, que eu sonhei primeiro sozinha, que depois construí como tantas outras mãos, aponta não só ao futuro, mas brinda o presente com o melhor que eu pude fazer pra mim no resgate de quem acreditar em quem eu sou e me permitir existir”. Categórica!
Com resiliência, trabalho e sonhos, ela conquistou o país e foi eleita como Artista do Ano em 2024. Que potência!
Veja o discurso potente de Liniker ao receber um dos prêmios!
@globoplay Como não se emocionar com esse discurso? @liniker, você é SURREAL ❤️ #PrêmioMultishow ♬ som original – Globoplay

Só deu ela! A artista saiu com 4 troféus. – Foto: Beatriz Damy/Globo
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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